Blog do Professor Rafael Porcari

observações e manifestações do Prof Rafael Porcari sobre os diversos temas atuais. Debata e Comente os assuntos, vamos desenvolver nosso espírito crítico!

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Arquivo de: Fevereiro 2009, 11

11.02.09

O McDonald's se adapta às novas exigências

Cada vez mais os consumidores estão exigentes. Quem não personaliza seus produtos ou serviços pode estar perdendo clientes. O McDonald's, ícone de produtos padronizados que permitiu o conceito de fast food, devido a essa instância, começa a mudar. Veja os restaurantes que vendem vinho e macarrão:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0936/marketing/ao-gosto-fregues-419469.html





Ao gosto do freguês



Depois de se render aos alimentos saudáveis, o McDonald’s inicia uma nova etapa em sua mudança de imagem, com lojas e serviços diferenciados para cada região do planeta



Por Mariana Barboza

Dono de uma personalidade notável e um excepcional espírito empreendedor, o criador da rede de fast food McDonald’s, Ray Kroc, costumava dizer que não sabia se sua empresa estaria vendendo hambúrgueres no ano 2000, mas tinha certeza de que, seja lá o que ela estivesse vendendo, seria a líder mundial de seu setor. Neste início de 2009, passados 25 anos da morte de Kroc, o hambúrguer ainda é o pilar de sustentação da maior empresa de fast food do mundo, mas para manter a liderança o McDonald’s mudou - em alguns casos a ponto de se tornar irreconhecível, como mostra a foto ao lado. Os bancos de plástico, as mesas de fórmica e a decoração kitsch nas cores vermelho e amarelo que se tornaram símbolo da rede são hoje coisa do passado em muitas de suas lojas. Da mesma forma, o cardápio reduzido - com variações sobre um mesmo tema de pão, carne e queijo, acompanhado de batata frita e refrigerante - cresceu e ganhou novos itens. Um cliente que visite hoje as lojas da rede na Europa, na América Latina e mesmo nos Estados Unidos em busca da previsibilidade de um Big Mac com Coca-Cola com certeza se surpreenderá com as opções em cada país.

As unidades do McDonald’s espalhadas em mais de 100 países, antes fechadas em torno de um modelo com lanchonetes padronizadas e cardápios idênticos, hoje incorporam elementos locais tanto na aparência como nos produtos à venda. Na França, por exemplo, as lanchonetes vendem vinho e os sanduíches incorporam ingredientes locais, como o queijo Reblochon. Na Itália, o McDonald’s oferece macarrão e na Inglaterra serve-se mingau no café da manhã. Apenas na Europa, onde a rede conta com 6 000 lojas, foram investidos cerca de 800 milhões de dólares em reforma das unidades mais antigas e instalação de novos restaurantes que atendam ao gosto dos europeus, conhecidos por passar longas horas à mesa. Para isso, o centro de design da rede nos arredores de Paris oferece aos franqueados europeus oito modelos diferentes de restaurante, criados por arquitetos e designers de renome, como o francês Phillipe Avanzi e o dinamarquês Arne Jacobsen. No Brasil, a mudança ainda é pouco notável, mas a rede ampliou os pontos-de-venda de café expresso e incluiu no cardápio produtos como pão de queijo, tortas e bolos. E até nos Estados Unidos, a pátria do hambúrguer, a rede tem adotado mudanças, como a inclusão de cafés especiais - uma espécie de versão mais popular dos produtos oferecidos pela rede Starbucks. "O McDonald’s se sofisticou e se tornou uma marca com múltiplas facetas", diz Mauro Multedo, vice-presidente de marketing da operação brasileira.

O desempenho da Bolsa

A guinada na imagem do McDonald’s é consequência de um amplo movimento que começou há cerca de cinco anos, quando a rede passou a ser apontada como uma das responsáveis pelos alarmantes índices de obesidade da população americana. Identificada como um dos ícones do american way of life, o McDonald’s também se tornou alvo da ira de movimentos de protestos antiglobalização, contra a guerra no Iraque, contra os transgênicos, a gordura trans e até mesmo contra a devastação da Amazônia. "Praticamente tudo de ruim acabava respingando na imagem da empresa. Vivíamos quase uma paranoia, sempre na defensiva e esperando o pior", diz Multedo. A patrulha ideológica logo teve impacto nos números. Entre 2000 e 2003, o valor da marca caiu 9%, de 27 bilhões para 24 bilhões de dólares, segundo um relatório da consultoria especializada Interbrand. Era preciso reagir.

A outra guinada do McDonald´s

Sob intensa pressão, a rede iniciou um grande processo de reconstrução de imagem. Alimentos saudáveis como saladas, frutas, sucos e vegetais foram incorporados ao cardápio. Os sinais de que o McDonald’s finalmente havia encontrado um novo rumo começaram a se tornar palpáveis a partir de 2005, quando as ações voltaram ao patamar do fim da década de 90, em torno dos 30 dólares por ação. Hoje, as ações do McDonald’s valem o dobro (cerca de 60 dólares) e o último relatório da Interbrand, divulgado em setembro, posiciona o McDonald’s como a sétima marca mais valiosa do mundo, avaliada em 31 bilhões de dólares. "O McDonald’s agiu rápido e de forma enérgica para se reinventar e se adaptar às novas condições do mercado", diz Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil. Em 2008, foi a empresa mais bem-sucedida de seu setor, com crescimento global de 7% nas vendas, faturamento de 23 bilhões de dólares e lucro de 4,3 bilhões de dólares, um desempenho espetacular, considerando-se o cenário de crise que ronda seus maiores mercados. A Starbucks, por exemplo, anunciou o fechamento de 300 lojas e corte de 6 000 funcionários.

A Importância do Despreendimento

Despreender-se das coisas materiais é difícil. Fazê-lo com as coisas do coração, mais ainda!

Dessa forma, compartilho uma bela mensagem sobre a importância de não nos tormarmos pessoas ressentidas, de nos deixarmos levar pela necessidade de perdoar e viver intensa e alegremente.

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

 

O ressentimento mata!


A palavra “ressentimento” quer dizer: sentir de novo aquilo que já havíamos sentido [re+sentir]. Se continuarmos guardando mágoas e ressentimentos, as veias do nosso coração ficarão todas fechadas. Não vai demorar para que ele esteja todo fechado.

Não temos o direito de ficar magoados com as pessoas que nos ofenderam e nos feriram... Não podemos ficar ressentidos e querer o mal delas, porque fizeram algo de errado. Se agirmos assim, estaremos nos matando. Quando você não perdoa, está se asfixiando. Não se trata de ter direito de não perdoar, porque foi a pessoa que errou. O direito que você tem é o de viver, não o de morrer. O ressentimento mata! Mata a alma e o corpo.

À medida que acumulamos ressentimento e decepção, vamos perdendo a alegria. No começo parece gostoso cultivar aquele sentimento de autopiedade, porque fomos ofendidos, mas, depois, vamos nos envenenando. Poderemos chegar à morte. Repito: chegar à morte da alma do corpo. E quantos morrem assim...

Precisamos estar com o coração totalmente aberto para que o perdão flua abundantemente. É preciso ter a coragem de vencer os ressentimentos, as mágoas, os rancores, a raiva. É necessário romper com todos esses sentimentos negativos. Eles geram doenças, geram morte. O Senhor quer lhe dar a salvação. É preciso que você se abra. Procure, pela inspiração do Espírito Santo, relembrar as pessoas ou as situações que você precisa perdoar e faça gestos concretos de perdão e amor.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib 

A defesa da Maconha, lamentavelmente, por FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, considerado por muitos como uma das cabeças mais brilhantes do Brasil, infelizmente acaba de cair no meu conceito. Ele idealizou o Plano Real, criando e antecipando-o com a URV; melhorou a imagem do país no exterior; cunhou o termo "desenvolvimento sustentável", que tanto é defendido hoje (embora já tenha cometido grandes equívocos na eleição à prefeitura paulistana, em 85, numa infeliz entrevista). Pois bem: agora FHC defendeu a descriminalização do uso da Maconha.

Entendo o argumento de que o uso de drogas é problema de saúde pública; mas antecede-o o problema criminal!

Só sabe o que se passa pelo uso de drogas àqueles que convivem com pessoas que a usaram. Nisso tenho um posicionamento radical: TOTALMENTE CONTRA O USO DE QUALQUER TIPO DE ENTORPECENTE.

Abaixo, uma matéria interessante já publicada nesse espaço, a respeito dos males das drogas no esporte, através da respeitadíssima campanha "Jovem Pan pela Vida Contra Drogas", com especiais sobre Casagrande e Maradona.

Clique aqui para ler o especial "Pela Vida, Contra Drogas".

 

A seguir, link com a inoportuna defesa do ex-presidente FHC: (extraído de: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3509592-EI306,00-FHC+defende+descriminalizacao+do+uso+da+maconha.html)

 

FHC defende descriminalização do uso da maconha

Um documento apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro apresenta opções para combater o tráfico de drogas na América Latina. O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, um dos representantes da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, defendeu durante a apresentação a descriminalização da posse de maconha para uso pessoal.

Para a comissão a proibição da produção e da distribuição não produziu os resultados esperados. "Nós achamos que esse enfoque exclusivamente repressivo tem que ser repensado", disse o ex-presidente.

A comissão propõe que a repressão aumente ao crime organizado, que o consumo seja reduzido com informação e prevenção e que o problemas do uso das drogas seja tratado como uma questão de saúde pública.

Teremos Cartão Azul ?

Dia 28, a FIFA se reunirá com a International Board para discutir possíveis mudanças no futebol. Entre elas, a introdução do cartão azul, de substituições durante as prorrogações e do número de árbitros-assistentes em campo.

Abaixo, extraído de: http://esportes.terra.com.br/interna/0,,OI3505830-EI1832,00-Futebol+pode+ter+cartao+azul+e+substituicao+extra.html

 

Futebol pode ter "cartão azul" e substituição extra

 

A International Board, órgão que regulamenta as regras do futebol, discutirá a possibilidade de autorizar novas substituições nos confrontos que forem à prorrogação em reunião a ser realizada no próximo dia 28, na cidade inglesa de Newcastle.

Outra idéia que promete polêmica é a chamada expulsão parcial, com jogadores afastados de campo por alguns minutos, como no handebol e hóquei sobre o gelo. A idéia já foi adotada no futsal e no futebol de areia há alguns anos com a inclusão do cartão azul, além do amarelo e vermelho.

Também será discutida a possibilidade de aumentar o tempo dos intervalos, assim como o aumento de assistentes.

A International Board, fundada em 1886, é formada pelas federações de futebol de Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda do Norte e a Fifa.

Cada associação britânica tem direito a um voto, enquanto a Fifa, que representa as 204 associações restantes, conta com quatro. Para aprovar uma proposta é necessário obter 75% dos votos.


EFE

Todo mundo aproveitando uma casquinha do Lula

Como os índices de aprovação do presidente Lula são altíssimos e inabaláveis (ao menos, é o que as pesquisas dizem...), muitos políticos querem tirar uma casquinha e absorver a popularidade do presidente. Como você pode ver abaixo, até um poster-montagem de Lula e Dilma Roussef foi disponibilizado para que os prefeitos brasileiros que foram à Brasília nesta última semana pudessem tirar suas fotos.

Só pelo cartaz, é fácil afirmar: dona Dilma já é candidata! Só não tem o número 13 do lado para evitar "campanha antecipada".

 

Clique aqui e veja o poster-modelo