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Estamos em êxtase pela chegada da nossa filhinha Marina Porcari (daqui 1 mês e meio)! Não há palavras que possam expressar tal sentimento. Se a maternidade é divina, a paternidade também. E construir uma família nova passa por gerar nova vida. E é diante dessa magia que estamos encantados: a bondade do amor de Deus, que usa pessoas tão indignas como nós para agir na maravilha da criação e gerar uma vida nova!!!!
Vemos acontecimentos espetaculosos, mas um singelo parzinho de sapatos nos derrete o coração. Não é emocionante imaginar os 2 pezinhos dela aqui?

Ah... como é bom imaginar o que essa menininha fará de bagunça! E o quarto dela vai ganhando forma, as roupinhas estão chegando, e o papai e a mamãe se antecipam em bagunçar tudo. Olha só como espalhamos as bonequinhas e macacãozinhos...

Aguardamos esses dias de espera com muita ansidedade. Já estamos treinando como dirigir o carrinho. Aliás, meus últimos treinos têm sido: como tirar o carrinho sem bater na parede, melhor jeito de colocar no porta-malas, e sempre com a supervisão da mamãe!

Quando paramos para pensar o que a Marina (e qualquer outra criança) pode fazer na vida dos pais, ficamos completamente desnorteados. A sensação de responsabilidade e o desejo ardente de amá-la cada vez mais se confundem, trazem medo e ansiedade. Mas medo não vence o amor. Portanto, ficamos só na ansiedade. Será mais uma geração na nossa família. Olha que bacana as quatro gerações na foto abaixo:

(Andréia, a mamãe; A bisavó Maria; e no Céu a vovó Cida)
Amigos, obrigado a todos que estão orando por nós! Pedimos e agradecemos à Nossa Senhora pela boa gravidez, e que o parto seja tão santo quanto o do seu Filho Amado.
Um beijo e abraço a todos!

R a f a e l , A n d r é i a e M a r i n a

criado por Prof Rafael Porcari
10:54:57Rosane Volpatto, do departamento de cultura e folclore do RS, desenvolveu um belo trabalho sobre a vida de Santo Antão. Não tão popular no Brasil, Santo Antão é o patrono dos enclausurados, e seu dia de festa foi ontem, dia 17. A luta pela santidade foi uma de suas características e exemplo para a nossa.
Segue belo texto de Santo Antão: http://www.rosanevolpatto.trd.br/santoantao.html
Antão nasceu cerca do ano 251 em uma aldeia situada na província de Benisoup, no alto Egito.
Era filho de um fazendeiro, cuja prosperidade dependia dos caprichos do misterioso rio Nilo. Seu pai, entretanto, era muito religioso e tentou afastar de Antão qualquer influência externa que pudesse perturbar a pureza da fé do filho em Deus.
Quando seus pai faleceram, escolheu tocar sua vida segundo os preceitos de Cristo. Vendeu as terras que herdou do pai, deu todo o dinheiro aos pobres e depois, tomou o rumo da estrada, buscando a perfeita solidão, onde não haveria a necessidade de se preocupar com as coisas de amanhã.
Envolto em uma capa de pele de camelo, despojado dos bens terrenos, Antão adentrou-se no deserto. Lá passou privações, lutou com o demônio, pois Deus não lhe concedeu uma vida fácil, muito antes o contrário, experimentou-o e o entregou a todas as tentações do mal.
Durante 20 anos passou seus dias em companhia de turbulentos diabos, rejeitando-lhes as ofertas, rezando e jejuando. Depois retornou a conviver com a humanidade, fundando uma sociedade de eremitas, homens que decidiram abandonar tudo e a todos, para viver em completa solidão.
Mas como era um mediador entre o divino e o terreno, inúmeras vezes teve que retornar ao isolamento total para ouvir a voz de Deus em toda sua pureza e clareza.
No deserto, Cristo se comunicava com ele dentre uma visão de luz sobrenatural e lhe enviava Sua graça e Seus anjos.
Quando completou 100 anos, Antão dirigiu-se a uma fonte no deserto para refrescar seus lábios ressecados. De repente, compreendeu que a água que bebia era uma mensagem divina de benção e fertilidade. Um só gole dela, mudou-o. E ao voltar para o isolamento de sua caverna, a mensagem que ela continha invadiu seu pensamento. Não caminhava mais através da esterilidade da areia, mas sim, sobre um solo coberto de brotos verdes e a cada passo que dava, as hastes cresciam e amadureciam em espigas.
Durante esta breve visão, ouviu a voz de Deus dizer:
-"Lavra Minha Terra!"
Antão obteve de uns peregrinos, instrumentos e sementes. Inundou o lugar que havia delimitado como seu campo, passando então a entreter-se com sua plantação. Em pouco tempo o deserto florescia.
O homem, cujas mãos solitárias estavam habituadas somente a oração, haviam transformado as vastidões estéreis em um campo de trigo. E ao tempo da colheita, foi como se a terra estivesse a proferir um "Amém", cheio de gratidão. Com seus férteis campos, Antão escrevia seu nome no livro da criação. Era a assinatura de um santo lavrador.
Antão morreu com 105 anos de idade, dos quais 80 anos tinham sido passados em absoluta solidão. Ensinou aos homens que seu progresso não dependeu de relógios e enciclopédias, mas o conquistou com a intensidade de sua vida interior. Não precisou sair de si mesmo para compreender o que era o amor, pois este nobre sentimento tinha a nascente dentro de seu coração. Foi vivendo sua vida solitária, que topou com esta grande fonte e aprendeu a manter desperto o profundo manancial do amor interior.
Podemos também nós, deixarmos que águas nutritivas permeiem o solo estéril de nossos corações. Só assim, o milagre do amor pode florescer dentro de nós. Onde antes havia um solo árido e improdutivo, poderá então, dar espaço para o colorido do crescimento.
Todos nós viemos para cá a fim de aprender a amar e receber amor. E, já é um grande consolo saber que dentro de nós existe uma nascente do amor. Se tivermos a convicção de que ela existe, podemos então convidá-la para despertar!
Na cidade de Santa Maria, no estado do Rio Grande do Sul, existem duas capelas consagradas a Santo Antão: uma no interior da Paróquia de Ivorá e a outra, no interior da Paróquia do Rosário, no chamado Campestre de Santo Antão, onde ergue-se uma ermida, com a estátua do Santo.
Conta-se que ela foi erguida ao lado de uma fonte de água e zelosamente cuidada por um italiano chamado João Maria de Agostini, que se intitulava, o Solitário Eremita do Botucaraí. Ali, iniciou-se cultos e celebrações religiosas. A água cristalina da fonte tinha grandes poderes curativos, o que resultou em grandes romarias ao local. Agostini, acabou sendo perseguido pela polícia e desapareceu misteriosamente quando retirou-se para o Monte Botucaraí.
Nos dias atuais, em uma nova capela aos pés do Morro de Santo Antão, em um domingo próximo ao dia 17 de janeiro, é celebrada a festa do Campestre de Santo Antão, em torno da estátua do Santo, que é descida um domingo antes. Dentro das festivas celebrações, há Missas, Procissão e uma especial Benção para a saúde.

criado por Prof Rafael Porcari
10:48:03Mais uma vez ocorreu uma morte em cruzeiro marítimo. É triste como há pouca fiscalização nestes navios. Há dias, uma moça de Bauru sofreu complicações devido ao excesso de bebida. Se ao invés dos ambulatórios de um cruzeiro, ela estivesse em um hospital, morreria?
Fica a pergunta no ar: os cruzeiros marítimos estariam realmente capacitados para atender casos de emergência?
Neste caso mais recente, de um empresário de Santo André, o pai do rapaz alegou que toda a tripulação era estrangeira, e não havia nenhum médico brasileiro. Afirmou que não ter dúvida que o péssimo serviço médico vitimou seu filho.
Confesso que meu próprio pai, quando viajou em um desses cruzeiros, se impressionou com a tripulação predominantemente estrangeira, com muitos filipinos, e com quase ninguém falando português.
Abaixo, o triste fato e o alerta para as autoridades regularem melhor tais liberações destes navios:
Extraído de: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3455107-EI306,00.html
Passageiro morre em transatlântico no litoral paulista
Fernando Prandi
de Santos - SP
O passageiro Diego Mendes de Oliveira, 26 anos, morreu por volta da 1h, a bordo do navio Sovereign, operado pela empresa espanhola Pullmantur e fretado pela CVC, que navegava pelo litoral sul de São Paulo. Depois de sete noites de viagem, o cruzeiro chegou ao porto de Santos neste sábado.
Segundo a assessoria da CVC, o rapaz morreu por insuficiência cadíaca, no centro médico do navio. Oliveira havia sido atendido três vezes pelo médico da embarcação, apresentando febre, vômitos e vermelhidão no corpo.
Depois de ter melhorado, o passageiro teve uma parada respiratória no terceiro atendimento e foi levado para o centro médico, onde foi tentada reanimação cardio-avançada, sem sucesso.
A assessoria da CVC descarta a possibilidade de infecção alimentar, pelo fato de outros passageiros não terem passado mal. Havia 2,3 mil passageiros a bordo. Ainda de acordo com CVC, Oliveira teria começado a apresentar os sintomas depois de comer uma ostra, quando o navio parou em Salvador.
No dia 5 de janeiro, a cadeirante de 32 anos Aline Mion Almeida também morreu a bordo de um navio, que estava a caminho do Recife (PE). Segundo informações da Polícia Federal (PF), a vítima, que sofria distrofia muscular congênita, viajava acompanhada dos pais e de uma enfermeira.
Após partir do Recife, cerca de 20 pessoas foram atendidas pela equipe médica do navio devido a um mal-estar gastrointestinal. Foram recolhidas para análise amostras de comida e da água servidas aos passageiros.

criado por Prof Rafael Porcari
10:37:01