Blog do Professor Rafael Porcari

observações e manifestações do Prof Rafael Porcari sobre os diversos temas atuais. Debata e Comente os assuntos, vamos desenvolver nosso espírito crítico!

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Arquivo de: Dezembro 2008, 16

16.12.08

O inglês Arsenal Combatendo o Câncer

Ah... se cada um fizesse sua parte!

Olha que maravilhosa iniciativa da equipe londrina do Arsenal (os Gunners) no combate contra o Câncer:

 

APROVEITEMOS E REFLITAMOS: Quando é que nós, brasileiros, tomaremos iniciativas como essa?

 

 

 Para assistir ao Vídeo Promocional, clique aqui:

http://colunas.globoesporte.com/brasilmundialfc/2008/12/15/por-uma-boa-causa/

 

A matéria, extraída de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/ingles/0,,MUL923679-9847,00-JOGADORES+DO+ARSENAL+USAM+ATE+PERUCAS+PARA+AJUDAR+CRIANCAS+COM+CANCER.html

 

Jogadores do Arsenal usam até perucas para ajudar crianças com câncer

Atletas, que vão doar um dia de salário, gravam vídeo para campanha

Os jogadores do Arsenal mostraram que fazem de tudo para ajudar crianças e adolescentes com câncer: em um vídeo feito para a campanha beneficente do clube, os atletas usam até perucas de mulher.


O jogo do próximo domingo com o Liverpool marcará o início da campanha “Teenage Cancer Trust”, na qual cada jogador e dirigente do clube londrino doa um dia de seu salário para a organização que cuida de adolescentes e crianças com câncer.

No vídeo do lançamento da campanha, os atletas aparecem fazendo tudo que os meninos pedem. Fábregas assina dezenas de camisas, enquanto um adolescente recebe os beijos das meninas. Eduardo da Silva faz o dever de matemática de um garoto. Quem mais “paga mico” no anúncio é o trio Emmanuel Adebayor, Gael Clichy e Johan Djourou: os três vestem perucas de mulher.

Os torcedores dos Gunners são convidados pelo time para participar da campanha e fazer doações. A meta do clube é passar das £ 300 mil (R$ 1 milhão) arrecadas na última temporada.

- Esse comercial é engraçado e esperamos que a torcida goste, mas há uma verdadeira mensagem sobre ajudar os jovens e esperamos arrecadar muito dinheiro – diz Fábregas.  

 

 

 

O Rei da Solidariedade

Ontem, o Jornal Nacional da Rede Globo mostrou uma excepcional matéria de um hospital pediátrico que sobrevive graças a imagem do ex-jogador Pelé, e devido a ele descobriu-se um novo tratamento contra o câncer infantil.

Esta história dá um verdadeiro estudo de caso de sucesso, envolvendo esforços e solidariedade. Os elementos são:

- Uma sensacional ação fraterna de um ex-atleta;

- A ação mercadológica de um hospital;

- O apoio da sociedade;

- Uma competentíssima equipe médica;

- A mãe que perde o filho com uma doença rara e salva a filha com a mesma enfermidade.

 

Compartilho este vídeo apresentado ontem:

Clique aqui-> http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM936074-7823-GOLS+DE+PELE+VIRAM+MEDALHAS+PARA+AJUDAR+HOSPITAL,00.html

 

Abaixo, o material da página do G1:

Extraído de:  http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL923993-10406,00-GOLS+DE+PELE+VIRAM+MEDALHAS+PARA+AJUDAR+HOSPITAL.html

 (Obs: o vídeo termina de forma emocionante, mostrando a mãe e a menina alegre e saudável. Típico final feliz.)

Gols de Pelé viram medalhas para ajudar hospital


Cada um dos 1.283 gols do rei é representado por uma medalha numerada, em ouro, prata e bronze. Todas para serem vendidas. O dinheiro se transforma em recurso para tratamento e pesquisa.



Após 31 anos depois de chutar uma bola para as redes pela última vez como profissional, o Rei Pelé mostrou que ainda é capaz marcar gols de placa. Quem prova é o repórter Rogério Tavares.

Há três anos, Pelé autorizou um hospital pediátrico em Curitiba a usar gratuitamente o nome dele em campanhas para arrecadar fundos. “O Pelé, quando se aproximou da gente, nunca disse: ‘toma aqui um milhão, dois, dez’. Ele deixou claro que, se a gente fosse capaz de conceber alguma coisa que o seduzisse, que ele curtisse, tudo bem”, conta José Álvaro, coordenador do projeto.

Há um ano, uma idéia brilhou. Cada um dos 1.283 gols do rei é representado por uma medalha numerada, em três versões: ouro, prata e bronze. Todas para serem vendidas. O dinheiro se transforma em recurso para tratamento e pesquisa.

Entre tantos gols, Tobias só queria a medalha de número 1.189: o único gol de Pelé contra o Atlético Paranaense. Naquele dia, ele também saiu na foto. É o menininho entrando em campo com ídolo.

Bruno sempre foi um pelezista de carterinha e agora de medalhas. Comprou dez. As de ouro valem R$ 3 mil. As de prata, R$ 1,5 mil e as de bronze, R$ 700.

Os preços são fixos, mas há exceção. As medalhas do gol 1 mil serão leiloadas nos Emirados Árabes Unidos.

O goleiro inglês Gordon Banks lamentou ter feito aquela que é considerada a maior defesa de todas as copas, em 1970. Em um vídeo gravado para o hospital, ele diz: “Não teria defendido se soubesse a importância deste gol hoje. Desculpe, Pelé", ele disse.

Mais de R$ 6 milhões devem ser arrecadados com a venda das medalhas: 40% para o hospital e, o restante, para um instituto de pesquisa construído com o dinheiro do projeto.

Em 2006, Giani perdeu um filho de cinco anos, vítima de um câncer pouco conhecido. O instituto investigou, descobriu uma forma de diagnosticar cedo o problema e curar novos pacientes.

Um deles, Maria Eduarda, filha de Giani, nascida um ano depois da morte do irmão e com a mesma doença, mas que foi descoberta logo e tratada. Hoje, ela é uma criança saudável.

“É o gol mais bonito dele, com certeza. É um gol de placa”, conclui Giani
.

 

Nota: Ações como essa que fazem um mundo melhor e  trazem paz de espírito à todos.

VW Caminhões e Ônibus vendida à MAN

Quem diria: depois de inaugurar a unidade de produção mais moderna do mundo (Resende-RJ), de conseguir a liderança histórica na venda de caminhões e ônibus no Brasil (desbancou a até então imbatível Mercedes-Benz), a Volkswagen - divisão caminhões e ônibus é vendida à MAN (a mesma dos filtros Man) por mais de 1 bilhão de euro. Segundo o grupo alemão, a medida servirá para concentrar seus esforços na produção de carros no Brasil.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/man-assume-vw-caminhoes-descarta-relacao-crise-211488.shtml

 

MAN assume VW Caminhões e descarta relação com crise

Por Taís Fuoco

SÃO PAULO (Reuters) - A alemã MAN assumiu o controle da Volkswagen Caminhões e Ônibus por 1,175 bilhão de euros em dinheiro, mas descartou qualquer relação entre a transação e a crise financeira global.

Segundo Hákan Samuelsson, presidente-executivo da MAN que veio ao Brasil para o anúncio, "não há nenhuma relação com a crise financeira ou com fatores de curto prazo. É uma decisão estratégica. Queremos estar nesse mercado", afirmou a jornalistas nesta segunda-feira.

A mesma resposta foi dada à variação cambial vivida neste momento. "Quando se fala em estratégias de longo prazo, não se pode levar em conta situações de curto prazo, como o câmbio", disse Samuelsson.

Executivos das duas companhias ressaltaram que as negociações entre elas já vinham acontecendo há meses, antes mesmo da crise, e que o interesse da MAN é fortalecer sua presença em um dos mercados que mais cresce neste momento.

A MAN tem uma participação muito pequena na América Latina. No Brasil, ela fornece motores a diesel para estaleiros e algumas turbinas, negócios que lhe rendem uma receita anual de, em média, 50 milhões de euros, segundo seu presidente.

"Temos que crescer e a Europa tem potencial limitado", reiterou Samuelsson, ao justificar a escolha do Brasil. A Europa Ocidental responde por 68 por cento das vendas da companhia.

VW É MAIOR ACIONISTA

A Volkswagen AG , que antes controlava a Volkswagen Caminhões, é a maior acionista da MAN, com 29,9 por cento de participação em seu capital votante. A companhia, entretanto, decidiu se dedicar aos automóveis e comerciais leves e concentrar os equipamentos pesados sob controle da

MAN.

Como explicou Samuelsson, a MAN pode abrir outros mercados potenciais para as exportações da Volkswagen Caminhões, assim como complementar sua linha de produtos. As sinergias entre as duas empresas foram estimadas em 50 milhões de euros ao ano, a partir do terceiro ano da fusão.

A marca Volkswagen Caminhões e Ônibus vai ser mantida, como uma divisão da MAN, assim como toda a estrutura operacional e administrativa.

"O reflexo (desse negócio) será a expansão natural de volume de produção e de vendas. Por isso, de forma alguma isso vai afetar o atual volume de empregos", disse Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões.

A empresa emprega 5 mil pessoas dentro do sistema de consórcio modular que tem com outras parceiras de produção em resende (RJ). Desses, 600 são empregados diretos da Volkswagen.

Com receita de 2 bilhões de euros este ano, a Volkswagen Caminhões tem ampliado as vendas a uma média de 30 por cento anualmente, em volume, mas não espera o mesmo índice em 2009.

As vendas, que foram de 47 mil unidades em 2007, devem alcançar 54 mil este ano. Para 2009, diante do desaquecimento provocado pela crise, a empresa projeta "5 por cento a mais ou a menos", segundo Cortes.

Em 2010, no entanto, o executivo já prevê a retoamada para os patamares de crescimento registrados até este ano.

(Edição de Renato Andrade)