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Ótima a matéria publicada pela Folha de São Paulo neste domingo (está em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u478766.shtml), onde aborda as qualificações exigidas aos deficientes físicos e mentais para o ingresso no mercado de trabalho.
Profissionais com deficiência "leve" têm mais chances no mercado de trabalho
Em grande parte dos casos, profissionais com deficiência encontram diversos tipos de obstáculos no mercado de trabalho. Porém, para um grupo bem restrito --com ensino médio completo e, principalmente, uma deficiência considerada "leve" por empregadores--, a situação muda totalmente, dizem especialistas ouvidos pela Folha.
A inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho é um dos temas do caderno de Empregos (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL), Carreiras e Negócios desta semana. Neste videocast, os repórteres Maria Carolina Nomura e Diogo Bercito falam sobre os destaques.
Assista aos outros vídeos com a participação dos jornalistas.
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR O VIDEO
Na hora de procurar um emprego, os deficientes mentais são os mais prejudicados, porque conseguem menos postos de trabalho e ganham os menores salários.
A reportagem completa do caderno traz também temas sobre educação, concurso público, mercado profissional, cursos e aposentadoria.

criado por Prof Rafael Porcari
19:11:13Thiago Silva é muito bom em marketing pessoal. Mas é também bom de bola?
Certamente, o "monstro" (como ficou conhecido no Fluminense) é ótimo jogador, mas também tem um staff excepcional trabalhando pela sua imagem.
Com apenas 24 anos, tendo jogado mal em Portugal e na Rússia, e posteriormente feito um belíssimo campeonato brasileiro, já lançou sua biografia! É isso mesmo, biografia aos 24 anos! Em livro e DVD.
O último feito foi espetacular: lançou uma MUNHEQUEIRA estilizada, que esgotou os lotes iniciais.
Não é brincadeira não: veja esses e outros artigos da "grife Thiago Silva":
Em: http://www.thiagosilva.net/site/pt_home.php
Ops: ele joga futebol, não é tênis não...

criado por Prof Rafael Porcari
19:02:44Apelativa e desrespeitosa! É o mínimo que se pode dizer da capa da Revista Playboy no México. Lá, colocaram uma modelo representando a Virgem Maria.
Triste... nada a comentar, tudo a se lamentar. E rezar pela alma dos infelizes que tiveram essa idéia e a aceitaram.
Extraído de: http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI3392127-EI1118,00-Playboy+pede+desculpas+por+colocar+Virgem+na+capa.html
A Playboy pediu desculpas em um editorial por colocar uma modelo nua representando a imagem de Virgem Maria na capa da edição mexicana da revista.
A Playboy mexicana saiu às bancas no dia 1º de dezembro, quando começaram as cerimônias de peregrinação ao santuário da Virgem de Guadalupe, na Cidade do México.
Na imagem, a modelo María Florencia Onori aparece fantasiada como Virgem Maria com a seguinte legenda na parte baixa da capa: "Te adoramos María".
Em um comunicado emitido da sua sede em Chicago, a Playboy Enterprises Inc. disse que não pretendia ofender ninguém com a capa da revista.
"A Playboy México nunca teve a intenção de ofender ninguém, portanto nós como a Playboy México oferecemos nossas mais sinceras desculpas pelo ocorrido", afirmou o comunicado.
Como não quero ficar editar no meu blog tal foto, para quem quiser vê-la, o acesso se dá apenas pelo link: http://img.terra.com.br/i/2008/12/09/931736-5655-in.jpg

criado por Prof Rafael Porcari
17:41:39Amigos, compartilho belíssimo artigo redigido pelo árbitro Fifa Carlos Eugênio Simon (que representou o Brasil nas Copas de 2002, 2006 e pré-selecionado para 2010), publicado no jornal Zero Hora de Porto Alegre.
Em seu texto, o mundialista se presta a um interessante debate sobre o título de "Críticas Sim, Ofensas Não", propondo uma análise da carreira do árbitro de futebol.
Ao final, o jornal propõe a seguinte pergunta: Você desestimularia seu filho a ser Juiz de Futebol?
Refaço a questão pelo outro lado da coisa, e quero sua opinião: você incentivaria seu filho a ser juiz de futebol?
Abaixo, o artigo (extraído de: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2331241.xml&template=3898.dwt&edition=11288§ion=1012) e da enquete do jornal em : http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/interatividade.jsp?uf=1&local=1&newsID=DYNAMIC,itools.xml.ItoolsDelivery3,getMuralMensagensXml&template=3838.dwt&forumid=84609&groupid=3653§ion=Mural&tp)
14 de dezembro de 2008 | N° 15819
TEMA PARA DEBATE
Críticas, sim. Ofensas, não, por Carlos Eugênio Simon*
A cena é comum, já aconteceu milhares de vezes e voltará a ocorrer enquanto se jogar uma partida de futebol. Tarde de domingo, estádio lotado. Um pouco antes das equipes, o trio de arbitragem entra em campo. Verifica-se então um dos raros momentos de união de torcidas rivais: entre apupos e palavrões variados, os homens do apito e das bandeiras são saudados com vaias e ironias.
A ofensa ao árbitro é uma das tradições mais enraizadas entre os torcedores nos estádios de futebol. Faz parte da cultura do esporte e não deve ser levada em conta, mas entendida como uma manifestação catártica, fruto das paixões exacerbadas despertadas pelo futebol. Assim, antes mesmo de iniciar a partida, muitas vezes o mediador já está condenado: se não comete nenhum equívoco, não fez mais que a obrigação; caso contrário, ou é incompetente ou se vendeu. Não é o melhor dos mundos, mas faz parte do jogo. Para referir Galeano: “O árbitro é o álibi de todos os erros, se perdem é por causa dele, se ganham é apesar dele. Mas, com certeza, se ele não existisse, teriam que inventá-lo”.
No entanto, não se pode assistir calado quando as ofensas descem das arquibancadas e ocupam lugar nas colunas de jornais, microfones de rádios e mesas de debates televisivos. Reivindicamos o respeito pessoal e profissional de jogadores, comentaristas e dirigentes esportivos. Felizmente, a maioria não permite que eventuais desacordos com as marcações da arbitragem ultrapassem a fronteira da discordância por vezes dura, mas civilizada, e ingressem no terreno da deslealdade e da ofensa à honra.
Porém, recentemente, tive o desprazer de ser alvo de uma intensa campanha injuriosa em razão de um suposto pênalti que teria deixado de marcar a favor do Flamengo, no jogo contra o Cruzeiro. Apesar de as imagens da televisão mostrarem de forma irrefutável que não houve a penalidade máxima reclamada pelos apaixonados corações flamenguistas, há quem se recuse até hoje a admitir erro da sua avaliação e o acerto da minha decisão.
O companheiro Wagner Tardelli igualmente passou por momentos difíceis ao ser envolvido, à sua revelia, em uma suposta tentativa de suborno que, mesmo não tendo sido concretizada, o alijou da arbitragem do jogo entre Goiás e São Paulo, decidindo o Campeonato Brasileiro de 2008.
Estes dois episódios revelam o fio da navalha por onde caminha o árbitro de futebol no exercício da sua profissão.
Como qualquer ser humano, não somos infalíveis, estamos sujeitos a equívocos e erros de interpretação. Por isto, precisamos reafirmar pública e constantemente a nossa honestidade através de palavras e ações concretas.
Desta forma, entendo que é sempre oportuno enfatizar que a arbitragem brasileira é séria, competente e honesta, como declarei na última segunda-feira na entrega do prêmio Craque Brasileirão 2008. Neste aspecto, cabe ressaltar que os profissionais do Rio Grande do Sul estão entre os melhores do Brasil, como ficou comprovado na cerimônia de premiação promovida pela CBF, na qual os três finalistas na categoria arbitragem foram profissionais do nosso Estado.
Diante de tudo isto, fica a pergunta: que conselho você daria ao seu filho se um dia ele anunciasse: “Paiê, quando crescer quero ser juiz de futebol.”
ZERO HORA.com
Você desestimularia um filho seu a ser juiz de futebol?
*Árbitro gaúcho do quadro da Fifa
Não esqueça, quero sua opinião: Você estimularia seu filho a ser juiz de futebol?

criado por Prof Rafael Porcari
08:22:14A Revista Época está premiando as empresas mais ecologicamente corretas em seus segmentos. No placar geral, a Indústria de Cimentos Votorantim leva o prêmio. Veja o que ela faz quanto a questões ambientais X produção:
Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI19322-15223-2,00-AS+MELHORES+EMPRESAS+PARA+O+PLANETA.html
As melhores empresas para o planeta
Como a Votorantim virou a cimenteira mais verde do mundo. E a Natura criou uma estratégia que ajuda a sociedade a reduzir suas emissões de carbono
por Alexandre Mansur, Ana Galli e Marcela Buscato
O prêmio de Melhor Gestão – que reconhece a empresa que melhor monitora suas emissões, o primeiro passo para reduzi-las – foi conquistado pela Votorantim Cimentos. O auditor de projetos Paulo Rocha diz que tomou um susto quando recebeu de Patrícia Montenegro, diretora de meio ambiente da empresa, a incumbência de montar o primeiro levantamento das emissões de carbono do grupo. Foi há seis anos, quando nenhuma empresa do porte no Brasil tinha essa experiência. “Aquele amontoado de números me apavorou no início”, diz. “Minha primeira reação foi perguntar se eu tinha mesmo de fazer aquilo. De que todo aquele trabalho adiantaria?” Rocha conta que no início foi difícil convencer os funcionários da importância do inventário. Ele já estava convencido. O que antes parecia apenas um “amontoado de números”, com o tempo começou a fazer sentido.
O inventário serviu para identificar nas etapas de produção do cimento as principais fontes de emissão dos gases que aquecem a Terra, bem como oportunidades para reduzir essa poluição sem prejuízo para a empresa. “Descobrimos onde e em que quantidade cortar as emissões”, afirma Patrícia. A meta era chegar a 2010 com emissões 10% menores que em 1990. Mas, já em 2007, três anos após o início do levantamento, a Votorantim tinha cortado 13,3% das emissões, mesmo com um aumento de 90% da produção entre 1990 e 2007. Hoje, ela é a empresa de cimentos que menos emite por tonelada produzida no mundo.
“O engajamento da Votorantim é especialmente relevante porque a fabricação de cimento é uma das atividades que potencialmente mais emitem gases de efeito estufa. Estima-se que 5% das emissões globais de carbono são das empresas de cimento”, diz o diretor de operações da Votorantim no Brasil, Edvaldo Rabelo. “É preciso reconhecer que há um ponto a ser melhorado para ajudar a preservar o planeta.”
O plano da Votorantim para diminuir seus impactos ambientais se baseia principalmente no uso de combustíveis alternativos para substituir o carvão e o petróleo, cuja queima libera gás carbônico. A empresa investiu em materiais inusitados para alimentar os fornos onde o cimento é produzido. Cascas de arroz, de castanha-de-caju e bagaço de cana-de-açúcar são queimados para aquecer os fornos das indústrias. A Votorantim também usa pneus velhos nos fornos. Queimar os pneus emite 6% menos carbono que o coque de petróleo, combustível tradicional da indústria. Se enfileirarmos todos os pneus usados como combustível no ano passado, daria para ligar Porto Alegre a Aracaju.
Além disso, a Votorantim também queima resíduos de outras indústrias. No ano passado, o grupo transformou em energia 30% do lixo produzido por todas as indústrias do país. “O que é lixo para uns se transforma em energia e riqueza para a Votorantim”, afirma Rabelo. De toda a energia consumida pelas 58 fábricas no Brasil na produção de cimento em 2007, cerca de 20% vieram da queima de pneus, de resíduos e de biomassa. É o equivalente à energia consumida por meio milhão de casas durante um ano.
Um dos segredos da Votorantim para inovar no seu processo de fabricação é botar em prática idéias fornecidas pelos funcionários. Foi o que aconteceu em 2001, com a crise do apagão. O consultor-técnico José Eustáquio Machado sugeriu uma mudança em um dos principais ingredientes do cimento. Tradicionalmente, para fazer cimento, a indústria queima uma mistura de calcário e outras substâncias, chamada clínquer. Essa queima é responsável por 60% das emissões de gás carbônico do setor cimenteiro. A idéia de Machado foi substituir parte do clínquer por uma mistura sem calcário, chamada pozolana. Quando queimada, a pozolana não emite carbono. Além disso, fabricar a pozolana consome 40% menos energia que o clínquer.
Para fábricas que produzem toneladas de cimento todos os dias, a redução de energia é mais que uma contribuição ao meio ambiente, é também uma vantagem econômica. “Ao substituir o clínquer pela pozolana, poupamos as jazidas de calcário, economizamos energia e ainda reduzimos os gases de efeito estufa”, afirma Machado. A idéia estimulou a Votorantim a investir em uma fábrica em Porto Velho que só vai fabricar cimento com pozolana na mistura. É ela que vai abastecer as obras das hidrelétricas do Rio Madeira.
Saiba mais clicando em:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI19392-15273,00-PREMIO+EPOCA+DE+MUDANCAS+CLIMATICAS.html
(Prêmio Mudanças Climáticas)

criado por Prof Rafael Porcari
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