Blog do Professor Rafael Porcari

observações e manifestações do Prof Rafael Porcari sobre os diversos temas atuais. Debata e Comente os assuntos, vamos desenvolver nosso espírito crítico!

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Arquivo de: Dezembro 2008, 06

06.12.08

As Profissões Mais Felizes

A Revista Superinteressante do mês de Novembro trouxe uma matéria intitulada "As profissões mais felizes", que procura falar sobre qual profissional é mais feliz na sua atividade. Deu "engenheiro" e "professor de ensino básico".

Já numa pesquisa do site G1, outro resultado: deu "bombeiro" e "padre".

Olha a reportagem do G1 em (não tenho o link da Superinteressante:  http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1520276-5602,00.html

 

San Francisco (EUA), 18 abr (EFE).- As profissões centradas em ajudar ao próximo trazem mais satisfação e felicidade, segundo uma nova pesquisa, que coloca os padres e os bombeiros como os trabalhadores mais satisfeitos dos Estados Unidos.

No total, 47% dos entrevistados (que totalizavam mais de 200 profissões) disseram se sentir "muito satisfeitos" com seu trabalho, enquanto 33% asseguraram sentir-se "muito felizes" a esse respeito, segundo o estudo do Centro de Pesquisa da Opinião Nacional da Universidade de Chicago.

As três profissões mais satisfatórias são as de padre (87% disseram sentir-se muito satisfeitos); bombeiro (80%), e fisioterapeuta (78%).

Outros trabalhos nos quais 60% ou mais dos interrogados se declararam "muito satisfeitos" são administradores educativos; pintores e escultores; professores; escritores, psicólogos e professores de educação especial.

"Os trabalhos mais satisfatórios são os que incluem cuidar, ensinar ou proteger o próximo", assinalou Tom W. Smith, diretor da pesquisa.

O estudo, que conta com o apoio da Fundação Nacional das Ciências é, segundo seus autores, o mais amplo já dedicado a explorar a satisfação no trabalho dos empregados americanos.

No fim da lista, se encontram as ocupações manuais e que requerem pouca qualificação, especialmente aquelas que incluem atendimento ao cliente e preparação de alimentos e bebidas.

Apenas uma de cada quatro pessoas que trabalham consertando telhados se sente satisfeita em seu trabalho. Outros empregos pouco satisfatórios são os de garçom; vendedor de lojas de roupa; açougueiro e vendedor de móveis.

Na pesquisa referente à felicidade, a lista novamente é encabeçada pelos padres, seguidos pelos bombeiros.

Outros empregados felizes são os arquitetos; professores de educação especial; atores e diretores; engenheiros industriais e pilotos.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que o prestígio aumenta a satisfação no trabalho.

No entanto, trabalhadores cujas profissões são bem-vistas pela sociedade, como médicos e advogados, não se encontram no topo das listas de satisfação ou felicidade, algo que, segundo Smith, se explica pela enorme carga de responsabilidade e estresse acarretadas por estas ocupações. EFE

Vale a Pena Alfabetizar Cedo?

Veja que interessante: uma discussão sobre a alfabetização de maneira precoce!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u475156.shtml

 

Alfabetizar as crianças mais cedo nem sempre é vantajoso
por Iara Biderman, da Folha de S.Paulo

Vitória Diniz tem cinco anos e está na classe do Jardim 2 da educação infantil do Colégio Augusto Laranja, em São Paulo. Compenetrada na lição, ela passou da fase de "rabiscar" as primeiras letras para terminar o ano letivo alfabetizada.

É muito cedo? É o esperado? Não é de agora que as dúvidas angustiam os pais, mas a mudança curricular que aumentou o número de anos do ensino fundamental e antecipou para os seis anos a entrada na primeira série, ou seja, na chamada educação formal, colocou mais água na sopa de letras da alfabetização infantil.

"Há algum tempo, escolas particulares já aceleram a alfabetização. Com a mudança de lei do ensino fundamental, somou-se a pressa anterior a um equívoco sobre a entrada da criança nessa fase escolar. É como se a antiga primeira série (que as crianças cursavam a partir dos sete anos) tivesse de ser feita mais cedo", diz Vitória Regis Gabay de Sá, coordenadora pedagógica da escola de educação infantil Jacarandá, em São Paulo.

O problema, segundo Gabay de Sá, é o entendimento do que seja a alfabetização. "A produção escrita é resultado de um processo que começa muito antes. A criança vai construindo competências e adquirindo condições físicas, emocionais e cognitivas para representar por meio da escrita, mas querer esse resultado mais cedo 'atropela' o processo e aí é que está o equívoco. Aprender antes não significa aprender melhor."

Exigência social

Cristina Nogueira Barelli, mestre em lingüística e coordenadora do curso de pedagogia do Instituto Singularidades, de São Paulo, diz que as adaptações curriculares surgem por uma exigência natural da sociedade.

"Não é a escola que quer alfabetizar antes, é o mundo contemporâneo. A escrita está posta para a criança, e ela se permite alfabetizar mais cedo."

Barelli acredita que, quando os pais pensam em alfabetização precoce, eles tomam como padrão a idade em que eles próprios se alfabetizaram e ficam angustiados por acharem que a criança está se escolarizando cedo demais.

"Mas [a alfabetização] pode ser bem-vinda mais cedo, desde que não seja colocada como uma expectativa de sucesso ou fracasso no desempenho escolar."

Leia a reportagem completa na edição da Folha desta quinta-feira (exclusivo para assinantes UOL e do jornal)

A Saída da Honda

A montadora de veículos Honda encerrou seus negócios no mundo da Fórmula 1. Segundo a  empresa, ela se dedicará à venda de carros e motos, seu negócio principal.

Mas será que a retração dos investimentos da montadora japonesa se devem à crise mundial? Lêdo engano...

1- Num projeto de 3 anos, houve maior gasto do que os 3 anos da Ferrari e da McLaren, e os resultados esportivos não apareceram.

2- Na ânsia de se criar um carro "verde", sem patrocínio e com uma tendência de ser ecologicamente corretos, não conseguiram nenhuma repercussão.

3- A Toyota, principal rival, tem números muito melhores no fiel da balança.

Assim, vale a pena jogar a culpa da sua incompetência na Crise Mundial. Ou alguém acha que dentro da cultura nipônica, um conglomerado empresarial desse porte iria assumir o erro?

A Avenida-Modelo para os Cadeirantes

Que bom! Terminaram as reformas da Avenida Paulista, que tinham como objetivo a adequação para os deficientes físicos. Nesta manhã, uma passeata, ou melhor, "cadeirada" envolvendo os deficientes foi realizada, em agradecimento à acessibilidade da Avenida.

Veja como ficou a Nova Paulista com as reformas e as palavras de um cadeirante, que declarou ser a "avenida-modelo" para o mundo.

Está no seguinte Videocast (clique abaixo):

Em:  http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u476023.shtml