Blog do Professor Rafael Porcari

observações e manifestações do Prof Rafael Porcari sobre os diversos temas atuais. Debata e Comente os assuntos, vamos desenvolver nosso espírito crítico!

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Arquivo de: Novembro 2008, 23

23.11.08

O Doutor Sucesso

Ótima a matéria da Revista Época desta semana (ed 549, 24 de novembro), a respeito do SUCESSO. A matéria traz uma entrevista de Malcoml Gladwell, conhecido como "doutor Sucesso", e um dos campeões de venda de livros nos EUA.

Basicamente, ele diz que a fórmula do sucesso é um mix composto de:

TALENTO GENIAL;

ESFORÇO OBSTINADO;

AMIGOS INFLUENTES; e

SORTE.

 

A matéria é interessante, e faz análise de pessoas de sucesso.

 

Extraído de: (duas partes do sítio eletrônico)

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17730-15204,00-O+DOUTOR+SUCESSO.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17725-15228,00.html

 

Nosso Presidente Brasileiro Negro

Há dias, durante uma aula, falei sobre o ineditismo de um presidento negro ou uma presidente em nosso país, e fizemos um paralelo com os EUA.

A ignorância me pegou de jeito! NILO PEÇANHA foi o primeiro e único presidente considerado negro em nosso país.

Embora eu seja radiclamente contrário à classificação por raças e cútis (só existe uma raça: a humana), faço valer a correção!

Abaixo, foto e história de Nilo Peçanha.

Obs: Eleito democraticamente, ainda não tivemos um presidente negro. Parcialmente a informação em aula era correta...

 

Extraído de: http://www.portalbrasil.net/politica_presidentes_nilopecanha.htm

 

NILO PROCÓPIO PEÇANHA - Advogado, nascido na cidade de Campos, estado do Rio de Janeiro, em 2 de outubro de 1867. Foi eleito deputado à Assembléia Nacional Constituinte (1890 - 1891), deputado federal pelo Partido Republicano Fluminense (1891 - 1903) e senador (1903). Renunciou ao mandato de senador para assumir a presidência do estado do Rio de Janeiro (1903 - 1906). Foi eleito vice-presidente da República em 1906 e, com o falecimento de Afonso Pena, assumiu a presidência em 14 de junho de 1909. Em 1912, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro, estado do qual tornou-se mais uma vez, presidente entre 1914 - 1917. Foi ministro das Relações Exteriores (1917) no governo de Delfim Moreira e, em 1921, concorreu à presidência da República na legenda da Reação Republicana, sendo vencido nas urnas por Artur Bernardes. Faleceu no Rio de Janeiro, em 31 de março de 1924.

Período presidencial - Durante o breve mandato de Nilo Peçanha, a campanha eleitoral para a presidência da República tornou-se uma acirrada disputa entre os candidatos Hermes da Fonseca, sobrinho do ex-presidente Deodoro da Fonseca e ministro da Guerra do governo de Afonso Pena, e Rui Barbosa. Paulistas e mineiros, que durante anos estiveram unidos em torno de um mesmo candidato, fazendo a conhecida "política do café-com-leite", desta vez estavam em lados opostos. Hermes da Fonseca foi apoiado por Minas Gerais, pelo Rio Grande do Sul e pelos militares, enquanto o candidato Rui Barbosa recebeu o apoio de São Paulo e da Bahia. A campanha de Rui Barbosa ficou conhecida como "campanha civilista", ou seja, como uma oposição civil à candidatura militar de Hermes da Fonseca. O estado de São Paulo proporcionou os recursos financeiros necessários à campanha de Rui Barbosa, que percorreu o país procurando o apoio popular, fato inédito na vida republicana brasileira.

O presidente Nilo Peçanha enfrentou o agravamento dos conflitos entre as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais decorrentes da campanha civilista, realizando intervenções em alguns estados para garantir a posse dos presidentes aliados ao governo federal. Uma das intervenções ocorreu no estado do Amazonas no intuito de apoiar o presidente Antônio Bittencourt, de tendências civilistas, que havia sido destituído pelo seu vice Sá Peixoto, com o apoio de Pinheiro Machado. Esse episódio levou ao rompimento definitivo de Nilo Peçanha com o influente líder do Partido Republicano Conservador, o gaúcho Pinheiro Machado.

Dentre suas realizações, destacaram-se o impulso ao ensino técnico-profissional, a reorganização do Ministério da Agricultura e a criação do Serviço de Proteção ao Índio, sob a direção do tenente-coronel Cândido Rondon. Em 1910, a população do Brasil era de 23.151.669 habitantes, dos quais cerca de 67% viviam no campo.

 

Os Quero-Queros da Academia

Estivemos no último sábado no CT do Palmeiras, para arbitrarmos mais uma partida de futebol. E um fato nos trouxe curiosidade: o gramado todo cortado, e uma "toceira saliente"!

É que o cortador de grama ficou com dó de tirar os ovos de quero-quero do campo. E deixou lá, prestes a iniciar a partida!





E não é mentira não! Olha a academia no fundo!

 

Por pouco o jogo não atrasa. Mas o corte de grama ficou para depois...