Blog do Professor Rafael Porcari

observações e manifestações do Prof Rafael Porcari sobre os diversos temas atuais. Debata e Comente os assuntos, vamos desenvolver nosso espírito crítico!

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Arquivo de: Novembro 2008, 08

08.11.08

Jihad Infantil

Devemos ter respeito por toda e qualquer religião. Em especial, buscar a prática ecumência, ou seja, o diálogo entre as religiões. Infelizmente, o Islamismo (assim como qualquer crença) tem seus fanáticos, que deturpam a mensagem de paz da sua prática.

Nesses tempos nos quais o mundo busca paz, olha o absurdo de uma TV árabe: a promoção de um programa infantil cujo propósito é incentivar a Jihad. Dá para acreditar? Extraído da Revista Superinteressante, pg 41, Ed 258, Nov/2008



Jihad para crianças
Programa infantil da TV palestina ensina que judeus são sujos e não há nada melhor que morrer por Alá.
Texto de Cíntia Bertolino


À primeira vista, ele parece inofensivo – apenas uma imitação tosca do Mickey Mouse. Mas não é: com sua voz fininha e inocente, o rato Farfour ensina as crianças a odiar os judeus e convida a galerinha a se engajar na guerra santa contra os inimigos de Alá. Farfour é um personagem do inacreditável programa Os Pioneiros do Amanhã, transmitido na Palestina pela TV Al-Aqsa, emissora controlada pelo partido político/grupo terrorista Hamas. Depois de apenas 5 episódios, Farfour foi “martirizado” (o personagem morreu espancado por um soldado israelense), mas o programa ganhou um amiguinho ainda mais radical: a abelhinha Nahoul, cuja missão é vingar a morte de Farfour. Como a vida em Gaza não está nada fácil, ela também acabou martirizada. É aí que entra em cena o coelhinho Assud – cujo lema é levar “alegria para as crianças da Palestina” (acabando com os judeus, é claro). Esses personagens dividem o cenário com Saara Barhoum, de 11 anos, apresentadora do programa. A menina Maysa dos palestinos já sabe o que quer fazer quando crescer: morrer na luta contra os israelenses. "Todos nós somos mártires”, diz.


“Nunca tinha visto um programa infantil tão agressivo”, diz Richard Watchel, diretor da ong americana Middle East Media Research Institute. A violência, aliás, é o grande hit da TV Al-Aqsa, que também exibe videoclipes estrelados por crianças (cantando músicas sobre atentados suicidas) e até um show de marionetes no qual o presidente dos EUA é assassinado. Tudo isso gerou protestos da comunidade internacional, mas a emissora não parou. Sua última criação é um desenho animado em que um clone do Rei Leão enfrenta os israelenses. “Nós queremos que as crianças vejam a Palestina como ela realmente é”, disse o diretor do programa, Hazim al-Sharawi, ao jornal inglês The Times.



Xou dos Xiitas - O que pregam os mascotes do ódio



“Crianças, vocês precisam ir à mesquita e fazer as 5 orações diárias até sermos capazes de liderar o mundo.”


“Nós, os pioneiros do amanhã, vamos restaurar a glória desta nação e liberar o Iraque e todos os países muçulmanos invadidos por assassinos.”


“Estamos todos prontos para nos sacrificar pelo bem de nossa terra natal” [referência a atentados suicidas].


“Fui mal na escola porque os judeus roubaram meus livros e cadernos.”


“Se eles fizerem isso de novo, vamos matá-los. Vamos mastigá-los e comê-los”
[recado aos jornais dinamarqueses que, em 2006, publicaram uma charge associando o profeta Maomé ao terrorismo.]

E se você acha que isso é pouco, veja os víedos dos personagens:

Farfour, o Mickey islâmico que odeia judeus:

http://super.abril.com.br/videos/conteudo_videos_395779.shtml

Assoud, o coelhinho assassino:

http://super.abril.com.br/videos/conteudo_videos_395800.shtml

Nahoud, a abelhinha-bomba:

http://super.abril.com.br/videos/conteudo_videos_395817.shtml

Todo Mundo Querendo Banco!

O Banco Votorantim está a venda, mesmo não querendo estar. Pela briga contra a nova holdinh Itaú-Unibanco, segundo a Exame, Bradesco e BB brigam ferozmente.

Abaixo, extraído de:

http://portalexame.abril.com.br/financas/banco-brasil-negocia-compra-banco-votorantim-397885.html



Banco do Brasil negocia com Votorantim. Com fusão entre Itaú e Unibanco, porém, Bradesco pode tentar atrapalhar o negócio.



Por Thiago Lethirge




O Banco do Brasil está negociando a compra do Banco Votorantim, braço financeiro do conglomerado da família Ermírio de Moraes. O Banco Votorantim é o nono maior do país, com ativos totais de 73 bilhões de reais. As negociações estão adiantadas, e o resultado pode ser conhecido nos próximos dias. Segundo EXAME apurou, o Banco Votorantim está sendo assessorado pela consultoria Boston Consulting Group. Já o Banco do Brasil é assessorado pelo banco de investimentos UBS Pactual. Procurados, tanto o BB quanto o Banco Votorantim negaram a informação de que negociam.

De acordo com executivos que participam das conversas, a hipótese mais provável é que o Banco do Brasil compre por volta de metade do controle do Banco Votorantim. Isso atenderia, ainda de acordo com esses executivos, a um desejo da família Ermírio de Moraes: não se desfazer do banco inteiro. O maior entrave à conclusão do negócio, porém, é o preço. A família Ermírio de Moraes esperava uma proposta que avaliasse o banco em cerca de 10 bilhões de reais. Segundo EXAME apurou, a oferta do Banco do Brasil ficou longe desse número. Agora, negociadores dos dois lados tentam chegar a um acordo em relação ao preço. Caso não se consiga atingir um valor consensual, as negociações podem ser interrompidas.

Um fato novo pode aumentar o poder de barganha dos vendedores — a fusão entre Itaú e Unibanco, que formou o maior banco da América Latina, à frente dos ex-líderes Banco do Brasil e Bradesco. A transação pode aumentar o apetite do Bradesco para novas aquisições. Nas últimas semanas, o mercado foi tomado por rumores de que o Bradesco já teria comprado o Banco Votorantim. Na verdade, houve conversas iniciais entre os dois, que acabaram não evoluindo. Com a reviravolta no ranking do setor, no entanto, o Bradesco pode voltar às negociações, pressionando o BB a elevar sua proposta. Comprando o banco Votorantim, o Bradesco não conseguiria alcançar o banco resultante da fusão entre Itaú Unibanco, mas ultrapassaria — por pouco — o Banco do Brasil em ativos totais.