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Extremamente feliz a nova propaganda da Schinchariol, onde traz o apresentador Luciano Hulk e o goleiro Rogério Ceni contracenando como "irmãos", devido a semelhança física.
Abaixo, o texto e o vídeo, extraído do portal de marketing gaúcho AD:
Extraído de: http://www.adonline.com.br/ad2005/rapidinhas_print.asp?id=14531
Luciano Hulk e Rogério Ceni para Schin
A linha Schin Refrigerantes está lançando a promoção “Toda família tem Schin”, alinhada ao novo posicionamento da marca que passa a se comunicar com a família brasileira com uma linguagem bem humorada. E para anunciar a novidade, a Schin estréia uma campanha para televisão com o apresentador Luciano Huck e o jogador Rogério Ceni.
O filme mostra o apresentador caminhando por um labirinto para mostrar ao consumidor como participar da promoção e os diversos prêmios que ele pode concorrer. Após percorrer diversos corredores, Luciano se depara com o Rogério Ceni, que, numa reação inusitada, abraça-o dizendo “meu irmão!!!”. Os dois também estarão presentes na mídia impressa, materiais de PDV e internet.
A promoção “Toda família tem Schin” oferecerá aos consumidores 1.840 IPod´s, 12 computadores e 12 Nintendos Wii, além do grande prêmio: uma casa com carro na garagem. Para participar o consumidor deve enviar o código promocional impresso nas latas ou embalagens pet 2L de Schin Refrigerantes via SMS ou pelo site www.schinrefrigerante.com.br e responder à pergunta: “Qual o refrigerante que dá prêmios para toda a família?”.
A Mood, agência especializada em ativação de marcas, é a responsável pela criação, mecânica e desenvolvimento operacional da promoção.
FICHA TÉCNICA - FILME
Agência: Lew, Lara\TBWA Publicidade S.A.
Título: Irmãos
Cliente: Schincariol
Produto: Promoção Toda Família Tem Schin
Criação: Toni Fernandes, Leo Claret, Fabio Tedeschi, João Jackel
Direção de Criação: Jaques Lewkovicz, André Laurentino, Felipe Luchi e Victor Sant´Anna
Atendimento: Márcio Oliveira, Ricardo Forli, Giovana Amano
RTV: Katia Bontempo Leal/ Dani Toda/ Cristiane Leopacci
Produtora de Filme: AD Studio
Produção do Filme: Equipe AD
Direção do Filme: Jarbas Agnelli
Direção de Fotografia: André Modugno
Pós Produção: Equipe AD
Finalização: Equipe AD
Produtora de som: Ad Musica
Maestro: Waldo Denuzzo
Duração: 30”
Aprovação Cliente: Marcel Sacco / Guilherme Moraes / Estácio Rodrigues
Link para promo e vídeo:
http://www.adonline.com.br/ad2005/upload/schin.jpg

criado por Prof Rafael Porcari
07:25:34Amigos, quando as ações solidárias são exemplares, vale a pena compartilhá-las e divulgá-las. A seguir, importante e significativa matéria sobre os grupos de apoio emocional e incentivo na luta do combate ao câncer. O texto fala da motivação àqueles que querem desistir da batalha pela sobrevivência!
Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2033/artigo112268-1.htm
Os anjos do câncer
Hospitais criam equipes para dar apoio emocional aos pacientes e ajudá-los a entender e persistir no tratamento
por Mônica Tarantino
Um dos grandes desafios de quem recebe a notícia de que tem câncer é superar o choque e iniciar o tratamento o mais rápido possível. Porém muitas vezes o paciente e seus familiares ficam com tantas dúvidas sobre o que virá pela frente que se sentem inseguros para dar os primeiros passos contra a doença. Com a finalidade de auxiliar nesta etapa tão delicada, alguns hospitais brasileiros começam a oferecer um novo serviço. Nessas instituições, já se pode ter o apoio de profissionais especialmente designados para orientar os doentes e seus acompanhantes. A missão deles é ser um ponto de referência e de apoio desde a fase de consultas até depois da alta, se o tratamento continuar em casa. Por isso, poderiam ser chamados de "anjos do câncer".
No Instituto do Câncer de São Paulo foi criada uma equipe de mais de 50 pessoas incumbida de acolher os pacientes às vésperas da primeira consulta depois do diagnóstico. O grupo, batizado de Acolhida, é formado por especialistas em nutrição, farmácia, enfermagem, psicologia e serviço social. Duas vezes por dia, eles se reúnem em duplas para explicar aos recémchegados rapidamente o funcionamento do hospital e as etapas do tratamento. Durante esse encontro, pacientes e familiares se apresentam e são encorajados a falar de si. Muitos se comovem, rezam, e, no final, agradecem à equipe por se sentirem menos sós e por ter o nome e o telefone de alguém do hospital a quem podem procurar para tirar as muitas dúvidas que já trazem. "As pessoas chegam fragilizadas. Precisam expor suas angústias, receber informação e apoio", explica a psicóloga Eliana Ribas, coordenadora do Programa de Humanização do hospital.
O Hospital do Câncer A.C.Camargo, também em São Paulo, fez uma opção diferente. Ali, a função de dar suporte emocional e prático aos pacientes é responsabilidade das enfermeiras de cada andar, que são conhecidas como tutoras. Nesse modelo, cada "tutora" acompanha quatro a cinco pacientes durante a internação para conhecer os detalhes do caso e dar as orientações de que a família precisa. No momento da alta, elas ensinam aos familiares o modo correto de lidar com as medicações, cateteres e sondas. Outra de suas funções é telefonar regularmente para monitorar o estado do paciente em casa. "Temºos uma lista de perguntas para avaliar se ele está bem. Os familiares ficam gratos e tranqüilos com esse apoio", diz a enfermeiratutora Juliana Passoni, 23 anos.
Foi em uma dessas ligações que ela percebeu a necessidade de pedir ao contador Luciano Ribeiro, 32 anos, que voltasse a se internar para cuidar dos efeitos colaterais intensos da quimioterapia. "A Juliana é nosso anjo da guarda. É a primeira vez que me sinto tão cercado de atenção e cuidado", diz Luciano, que trata a volta de um tumor de aparelho digestivo. Um dos resultados concretos do programa de apoio, criado há cinco meses, é a redução no número de visitas ao prontoatendimento para tirar dúvidas sobre medicações e efeitos colaterais da quimio e radioterapia.
Nos Estados Unidos, há redes desse tipo em funcionamento em renomadas instituições como o M.D.Anderson Cancer Center. Também existem profissionais de saúde autônomos ou voluntários treinados que podem ser contratados pelo paciente. Conhecidos por treinadores ou navegadores (do inglês coach e navigator, respectivamente), eles ajudam os doentes a tomar decisões e dão conselhos. A enfermeira americana Erin Sommerville, por exemplo, atua nessa área há 14 anos e apresenta seus serviços em um site na internet. "Ajudo pessoas com diferentes diagnósticos e em vários estágios de doença a tomar as decisões que precisam e a melhorar sua qualidade de vida. É um trabalho intenso, que exige muito preparo", disse Erin à ISTOÉ. Diante da grande procura por pessoas como Erin, que tem um certificado específico para atuar na área, a própria Sociedade Americana de Câncer começou a dar cursos para formar mais profissionais. A demanda por essa ajuda qualificada tem sido tão grande que diversas indústrias farmacêuticas já estão subsidiando os cursos de treinamento.

criado por Prof Rafael Porcari
07:04:34Quer dizer que para 2009, ou mais tardar 2010, todas as equipes da Fórmula 1 poderão ter um motor único? Abrir-se-á uma concorrência para um único fornecedor de motores?
Ninguém acredita...
Já imaginou a Ferrari correndo com outro motor, senão o próprio Ferrari? Impossível!
Essa é mais uma das idéias para redução de custos. Mas é economicamente inviável para as escuderias atreladas a montadoras. É esperar pra ver.

criado por Prof Rafael Porcari
06:59:42Compartilho com os amigos o belo texto do Frei Antonio Moser sobre "Consciência", referente ao já massificado caso envolvendo o seqüestro de Santo André!
Extraído de: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=271410
Quando o Diabinho fala mais alto que o Anjinho?, por Frei Antonio Moser
Era uma vez uma menina de 15 anos, chamada Eloá. Ela tinha um namorado chamado Lindemberg. Já em meio a uma série de desentendimentos o namoro se estendeu por três anos, até chegar o inevitável rompimento. Dia 17 de outubro a turbulenta trajetória terminou da maneira mais trágica possível: o ex namorado feriu mortalmente Eloá, e de quebra atingiu também sua amiga Nayara.
Como no caso de Isabella, há uns meses atrás, a mídia não apenas deu cobertura aos fatos, mas martelou, com insistência, sobre os mesmos fatos e os mesmos ângulos. Como então também desta vez cabe uma pergunta no que se refere às razões de tanta insistência sobre um determinado episódio trágico.
Uma coisa é constatar, narrar e analisar fatos. Outra é trazer um fato isolado para o centro do palco, como se nada de semelhante estivesse acontecendo em muitos outros lugares. Uma coisa é certa: como em outros crimes parecidos dentro de alguns dias outros semelhantes irão se configurar em algum outro lugar.
No presente caso cabem sobretudo algumas interrogações mais direcionadas ao cerne da questão, cerne de alguma forma sugerido pelo próprio criminoso ao afirmar que estava acompanhado simultaneamente de um "diabinho" e de um "anjinho".
Ora o anjinho, ora o diabinho falavam mais alto aos seus ouvidos. O anjinho sugeria que libertasse a refém e se entregasse; o diabinho, que a matasse. O diabinho acabou vencendo, mas deixando no seu rastro uma pergunta muito séria, que ultrapassa o presente episódio: afinal, quando é que o diabinho fala mais alto do que o anjinho?
Trata-se de uma pergunta difícil de ser respondida, pois envolve vários níveis de consciência da pessoa e até mesmo circunstâncias que agem sobre a pessoa sem que ela se dê sempre conta. Em crimes como este, impulsos inconscientes e mistério do mal se interpenetram de tal forma que qualquer juízo sobre o que conduz a tais desatinos se apresenta como temerário.
Mas, com certeza, no caso de Lindemberg o que ele denominou de "diabinho" já vinha sussurando há muito tempo qual o caminho a seguir. Na exata medida em que Lindemberg ia alimentado um ciúme doentio, que transformava a pessoa amada em objeto obsessivo dos seus desejos, o diabinho já estava em plena ação. O revolver, o cativeiro, e todos os demais desdobramentos, seguiram exatamente as insinuações do diabinho.
É que nós seres humanos somos continuamente interpelados por um anjinho que se chama Amor, com "A" maiúsculo. Somos também continuamente interpelados por outros amores, com "a" minúsculo, que seriam melhor traduzidos pela palavra paixão. O primeiro, normalmente é fruto de uma caminhada de vida, onde a faísca inicial do Eros vai abrindo espaço para a amizade, até chegar à partilha da vida, que o Evangelista São João denomina de "ágape".
A paixão, por sua vez, seguida por um ciúme doentio, é como uma torrente incontrolável, que destrói tanto quem lhe opõe qualquer tipo de resistência quanto quem o alimenta.
Como bem expressa o Apóstolo Paulo no capítulo 13 da sua primeira carta aos Coríntios, o Amor é um dom do Espírito, e por isto mesmo não se irrita, nem é possessivo, mas "é paciente,... não guarda rancor... tudo desculpa...". A paixão, pelo contrário, faz parte do que o mesmo Apóstolo denomina de "obras da carne". Muito curiosamente na sua carta aos Gálatas ( 5, 19-21) Paulo coloca o ciúme entre os pecados que excluem do Reino, para caracterizar os estragos que ele costuma fazer.
Felizmente, tragédias como esta não revelam apenas o "diabinho": acordam igualmente muitos "anjinhos". São eles que induzem os colegas e milhares de pessoas à solidariedade, bem como inspiram os pais e parentes à generosidade que os leva a doar os órgãos da filha querida, para que outros possam viver.
No mais, os diabinhos sabem muito bem que obtém uma ou outra vitória, mas que estas mesmas vitórias são apenas aparentes, pois levam um grande número de pessoas a repensarem suas trajetórias de vida.

criado por Prof Rafael Porcari
06:51:53A crise mundial chegou até mesmo aos paraísos improváveis. Olha só o que aconteceu na Islândia!
Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0929/economia/vida-dura-islandia-391316.html
Vida Dura até na Islândia, por J R Guzzo
Seria difícil achar no mundo ou na Europa um país mais arrumado, seguro e confiável do que a Islândia. No último levantamento da ONU sobre o bem-estar mundial, em 2007, tirou o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Tem um PIB per capita de 55 000 dólares, ou até 60 000, segundo o critério de cálculo adotado. Vive com uma economia pequena, descomplicada, próspera e produtiva. Sua lista de carências sociais é equivalente a zero. Pouca gente conhece a Islândia e menos ainda se fala dela no noticiário, o que é sempre ótimo; é sinal de que não causa problemas, nem a si própria nem aos outros. Tudo é bem mais simples, é verdade, quando se tem uma população nacional pouco superior a 300 000 habitantes, menos gente do que há em Bauru. Mas nem por isso o país perde o seu valor como uma das mais notáveis ilhas de tranqüilidade num mundo em pleno ataque de nervos - até mesmo porque é uma ilha de verdade, ao contrário de certos países sul-americanos cujos governos gostam de se imaginar como tal sempre que as coisas começam a ficar pretas. O que poderia dar errado na Islândia? Foi assim até agora, mas eis aí o drama: já não existem mais, na economia global, oásis onde a segurança é garantida, nem que sejam ilhas com as melhores notas de IDH e todas as virtudes recomendadas pelos manuais de conduta do FMI e de outros grandes tribunais da ordem financeira. De um dia para o outro, a Islândia teve de estatizar o seu segundo maior banco, um certo Landsbanki, para impedir que quebrasse - e tornou-se subitamente parecida com os demais países da Europa, onde os governos estão gastando nestes dias montanhas cada vez maiores de dinheiro para estatizar bancos em situação de falência, fazer empréstimos para que não quebrem e garantir os depósitos dos clientes, a qualquer limite.
Até a Islândia, então? Sim, até a Islândia. Mais ainda, descobriram-se, junto com os abismos existentes na contabilidade do banco nacionalizado, coisas que ninguém imaginava haver por ali. O Landsbanki tinha 200 000 contas na Inglaterra, onde oferecia aos clientes investimentos com altas taxas de retorno. Estava metido com a papelada do subprime americano, claro. Seu proprietário era dono, a título pessoal, de um clube de futebol profissional de Londres, o West Ham. Todo o sistema bancário da Islândia, na verdade, estava navegando em mar de nevoeiro. Os ativos somados dos bancos islandeses, pelo que consta em seus balanços, são oito vezes maiores que o PIB total do país, de 20 bilhões de dólares. Quanto valerão, de verdade, se forem passados a limpo? O governo se viu obrigado a comprar, por 800 milhões de dólares, 75% de outro banco, o terceiro maior da Islândia, para salvá-lo da bancarrota imediata - e, para manter-se solvente, ele próprio recebeu um empréstimo de 5,5 bilhões de dólares da Rússia. O que sobrou, no fim das contas, foi a constatação de que as práticas financeiras do país não eram mais sadias que as seguidas em praças supostamente muito mais aventureiras.
Os valores, em si, não chegam a impressionar. O que são meros 5 bilhões ou 10 bilhões de dólares hoje em dia? Nada. Nem os 700 bilhões que o governo dos Estados Unidos pretende enterrar no seu hospital de emergência financeira parecem o fim do mundo - as Forças Armadas americanas, por exemplo, têm um orçamento anual equivalente a isso, e ninguém acha nada demais. O que realmente assusta, mais do que os montantes em dinheiro, é a comprovação de que a desordem se espalhou para muito além do que seria razoável supor - e, com ela, vem a desconfiança. Hoje em dia os bancos relutam em fazer negócios entre si, pois um não acredita na contabilidade do outro - mesmo porque, em muitos casos, não acredita nem na própria. Os governos europeus, embora falem de "trabalho em equipe", também desconfiam uns dos outros; a Alemanha, por exemplo, não quer colocar dinheiro num fundo comum de socorro, pois não sabe como, e com quem, ele será gasto. O público não tem fé nem nos bancos nem nos governos - motivo que levou países como a Irlanda e a própria Alemanha a dar garantia integral aos depositantes, a arma mais forte de que dispõem para combater uma corrida da população aos caixas.
A falta de confiança começa a transbordar, agora, para dentro das empresas, onde está, realmente, o ativo que mais importa em qualquer economia: os empregos. Se elas forem pela mesma trilha dos bancos, o mundo ainda vai sentir saudade da crise como ela é hoje.

criado por Prof Rafael Porcari
06:39:06