| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | ||
| 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 |
| 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 |
| 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 |
| 27 | 28 | 29 | 30 | 31 |
Hoje é dia de uma das mais belas devoções marianas. Abaixo, a história desta devoção extraída do sítio da Canção Nova:
Nesta festa, instituída pelo Papa Pio V, 1571, glorificamos a Senhora do Rosário e reconhecemos sua proteção que concede à Igreja pela recitação vocal e mental do Rosário.
A celebração de hoje, convida-nos à meditação dos Mistérios de Cristo, os quais nos guiam à Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus.
A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os anacoretas orientais usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais, dessa forma, nos conventos medievais os irmãos leigos, dispensados da recitação do Saltério, pela pouca familiaridade com o latim, completavam as suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nossos, e para a contagem o Doutor da Igreja, São Beda, o Venerável (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados num barbante.
Na história também encontramos Maria que apareceu a São Domingos e indicou-lhe o Rosário como potente arma para a conversão. "Quero que saiba que, a principal peça de combate tem sido sempre o saltério Angélico (Rosário) que é a pedra fundamental do novo testamento. Assim quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu saltério".
Essa devoção, propagada principalmente pelos filhos de São Domingos, recebe da Igreja a melhor aprovação e foi enriquecida por muitas indulgências. Essa grinalda de 200 rosas - por isso Rosário - é rezado praticamente em todas as línguas, e o saudoso João Paulo II e tantos outros Papas que o precederam recomendaram esta singela e poderosa oração, com a qual, por intercessão da Virgem Maria, alcançamos muitas graças de Jesus, como nos ensina a própria Nossa Senhora em todas as suas aparições.
Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

criado por Prof Rafael Porcari
17:04:28Tem sido constrangedor assistir os desrespeitos constantes à execução do Hino Nacional antes das partidas de futebol. Poucos respeitam este Símbolo Pátrio. Mas de quem é a responsabilidade e como funciona?
Pois bem: aqui em São Paulo, durante o Campeonato Paulista (a lei que obriga a execução antes de eventos esportivos é Estadual), os clubes eram obrigados a se perfilarem e cantarem o Hino antes das partidas. Os árbitros têm que entrar em campo 10 minutos antes da partida se iniciar, e os clubes, 5 minutos. Caso a partida começasse atrasada, o causador do atraso era obrigado a pagar uma multa (se eu não me engano era R$ 1.000,00 por minuto). Porém, devido à demora em se organizar o perfilamento e ao tempo de execução, o culpado pelo atraso era sempre o "Cerimonial do Hino", e ninguém pagava multa ou se responsabilizava pelo o atraso.
Durante o Brasileirão, descobriram uma "brecha" na lei, e passou-se a entender que simplesmente deve-se tocar o hino antes da partida, não importa quando ou como. Assim, via-se, ou melhor, ouvia-se o hino tocar, com jogadores se aquecendo, torcedores bradando seus gritos de guerra e o Ouviram do Ipiranga tocado a esmo.
A FPF conseguiu reverter isso (apenas em seus campeonatos; portanto, não vale para o Brasileirão), normatizando que:
- os árbitros entrem em campo 10 minutos antes da partida;
- as equipes 8 minutos;
- o Hino seja executado 6 minutos antes.
- Todos devem estar perfilados durante a execução.
O infrator da norma é multado por R$ 20.000,00. A execução e atraso ficam por conta do time mandante.
Depois dessa ordem, nos campeonatos estaduais das diversas categorias, não se tem tido problemas!

criado por Prof Rafael Porcari
14:56:44Candidato em campanha apela mesmo, infelizmente. Olha que flagrante: a Marta Suplicy, durante sua caminhada em busca de votos, estava tão entretita em cumprimentar pessoas, que pediu votos a um manequim! Mas o impressionante é a velocidade das informações. Algum jornalista ali próximo conseguiu o exato momento do "pedido de votos" ao boneco. O fotógrafo é realmente bom. Olha a foto abaixo:


criado por Prof Rafael Porcari
14:32:43O Futebol de Salão, defendido uma certa época com o nome de Soccer Indoor (que virou showball) e que hoje se globaliza como Futsal, cada vez mais se torna um exemplo de fator globalizador tupiniquim.
Há dias, discutíamos que somos muito mais globalizados do que globalizadores. Para alguns, americanizados. Mas é indiscutível que o Futsal é exemplo marcante desse espaço global entre Brasil e Mundo.
Dos jogadores que disputam a Copa do Mundo FIFA de Futsal, que está acontecendo no Brasil, 13% nasceram no Brasil. As 4 maiores forças desse esporte - Brasil, Espanha, Itália e Rússia - têm, na sua maioria, atletas que nasceram no Brasil. 1/3 dos gols saíram de pés brasileiros em toda a competição! Nas Seleções da Itália e da Espanha, olha que loucura, os italianos e espanhóis são minoria, perdendo para os brasileiros naturalizados!
A exemplo do Futebol de Campo, a Fifa certamente tomará providências. A saída será mudar o conceito de "Seleção". Hoje, uma seleção é composta por cidadãos do país, ou seja, aqueles que têm cidadania local. Provavelmente o conceito mudará para aqueles que são natos- cidadãos, ou seja, aqueles que nasceram no país. Talvez nem seja uma tendência, mas uma necessidade latente. Senão, logo logo teremos Brasil X Brasile, Brasil X Brazil, e Brasil X (desculpe, não sei como é Brasil em russo!)

criado por Prof Rafael Porcari
09:54:25A mudança nas regras entre transferências de aluno entre faculdades, desobrigando os alunos a pagarem a segunda rematrícula, está acirrando a "Guerra de Mensalidades" em São Paulo.
Entenda como funciona esse processo:
(Extraído da Folha de São Paulo, 07/10/2008, Caderno Cotidiano C5, por Joana Cunha)
Faculdade usa regra do MEC e "rouba" turma de concorrente
Uma mudança do Ministério da Educação na regra de transferência de alunos acirrou a batalha entre universidades particulares por novas matrículas. Atraídas por descontos expressivos e mensalidades mais baratas, turmas inteiras chegam a mudar de universidade. Em reação, instituições que perderam alunos estão revendo as suas políticas de preços na tentativa de evitar mais baixas.
A guerra foi deflagrada a partir da modificação na portaria 230 do MEC, segundo a qual o aluno não precisa mais pagar duas matrículas -uma na universidade que deixou e outra naquela para a qual irá se transferir- se quiser mudar de instituição. Agora, basta pagar a matrícula na nova instituição.
Desde que a medida entrou em vigor, em março do ano passado, as matrículas na Unib (Universidade Ibirapuera) só fazem crescer. Com dois campi e 170 salas na zona sul de São Paulo, a universidade recebeu 468 novos alunos no segundo semestre deste ano. No primeiro semestre deste ano, haviam sido 83, contra 65 no segundo período do ano passado, logo após a edição da portaria.
"É como comprar um carro. Você vai à concessionária, vê o carro, se impressiona e compra. Nós mostramos as instalações, a possibilidade de fazer pesquisa, mostramos que temos mestrado acadêmico agora", diz Sigmar de Mello Rode, coordenador do curso de odontologia.
Neste semestre, o curso abriu uma turma para cerca de 40 alunos de segundo semestre. Quase todos vieram da Uninove, uma das maiores universidades particulares do país, com mais de 70 mil alunos. Alguns deixaram a Unisa (Universidade de Santo Amaro).
Foi o que fez Giselle Dias Marin, 23. Ela estudava na Uninove quando resolveu fazer uma "pesquisa de mercado" em busca de um preço melhor. "Eu queria uma universidade que tivesse uma mensalidade com valor fixo. Na Uninove, a cada semestre o valor aumenta."
Ela foi orientada a conversar com colegas de classe e levá-los até a nova universidade, onde conversaram com o coordenador do curso e conheceram laboratórios. A Unib aceitou as condições dos alunos e propôs formar uma turma com 40 pessoas. Conseguiram "cerca de 35" e fecharam acordo.
"O preço que eles fizeram para nós foi bacana", diz o aluno Elias Assad Neto, 26. O valor das mensalidades foi fixado em R$ 767,35. Na Uninove, eles pagavam cerca de R$ 900.
Outra sala foi formada para alunos de sexto semestre, também em odontologia, que recebeu 119 transferências neste semestre -mais do que os que entraram pelo vestibular. Administração recebeu 240 alunos, e direito, 59.
Para Fabiola Adami, pró-reitora acadêmica da Unib, as transferências não são reflexo da medida do MEC. A Unib teve nota 2 em avaliação do MEC -a pontuação vai de 1 a 5.
Na Unisa, que também tem nota 2 no MEC, quando questionado se é possível ter preço mais baixo para um grupo de transferências, um funcionário orienta o aluno a falar pessoalmente com o coordenador do curso, porque "geralmente são abertas negociações".
A Unip (Universidade Paulista), nota 3 no MEC, oferece desconto para alunos de outras instituições. Quem abandona a concorrência paga só a mensalidade equivalente ao curso de primeiro semestre, mais barato, durante meio ano.
A UniABC, outra a obter nota 2 no MEC, ainda não tem a promoção. Mas a Folha apurou que o desconto de transferência passará a ser aplicado no próximo ano.

criado por Prof Rafael Porcari
09:32:05