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Cada vez mais a cana-de-açúcar é uma riqueza para nosso país. Veja as inúmeras possibilidades desse "ouro verde" no dia-a-dia das organizações e da sociedade.
Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0927/negocios/m0167948.html
O brilhante futuro da cana
Por Denise Dweck
(...) Graças a um enorme potencial energético e a uma torrente de inovações, que vão da biotecnologia às caldeiras utilizadas nas usinas, a cana pode ter pela frente um futuro promissor — e muito semelhante ao do petróleo. O açúcar da cana pode ser transformado em vários derivados, assim como o óleo cru dá origem à gasolina, ao querosene e a uma enorme gama de petroquímicos. “As usinas de açúcar e álcool vão virar usinas de garapa e bagaço”, diz Fernando Reinach, diretor executivo da Votorantim Novos Negócios, controladora de empresas de biotecnologia especializadas no melhoramento genético da cana. “De acordo com as condições do mercado, elas vão poder decidir o que fazer com esses produtos básicos.”
Um dos melhores exemplos é o do grupo Santelisa Vale, do interior de São Paulo. A Crystalsev, empresa do grupo, associou-se à Amyris, empresa de biotecnologia da Califórnia, para produzir diesel, gasolina e querosene de aviação à base de caldo da cana. Em vez de passar por uma fermentação tradicional, os organismos geneticamente modificados da Amyris dão origem a produtos que têm as mesmas características dos combustíveis fósseis originais. As leveduras transformam o açúcar em hidrocarbonetos. A nova empresa terá uma produção piloto em Campinas, no interior paulista, que começará a operar em fevereiro. A estimativa é que a primeira safra renda 20 milhões de litros de diesel. Por enquanto, a produção deve ser usada em misturas com o diesel comum. Mas a Amyris pretende fazer parcerias com outras usinas a partir de 2011. “Queremos ser competitivos com o diesel fóssil com o barril de petróleo caindo até 70 dólares”, diz o belga Roel Collier, diretor-geral da Amyris no Brasil.
É justamente a recente alta do preço do petróleo, somada às preocupações ambientais, que ajudou a resgatar uma indústria derivada da cana: a alcoolquímica. Até os anos 60, muitos plásticos eram feitos da planta. Mas com a expansão da exploração do petróleo, a queda do preço e a expansão do setor petroquímico, a alcoolquímica deixou de ser competitiva e perdeu espaço. Hoje, diversas empresas, inclusive as petroquímicas, estão interessadas nos bioplásticos, feitos de fontes renováveis. Em uma unidade piloto no Rio Grande do Sul, a Braskem está produzindo polietileno de etanol. É exatamente o mesmo polietileno feito da nafta petroquímica, usado em potes de iogurte, tanques de combustível e sacolas plásticas. Um dos primeiros clientes já anunciados é a fabricante de brinquedos Estrela, que usa o plástico para fazer peças de jogos como o tradicional Banco Imobiliário.
(...) Os plásticos podem ser usados no lugar do polipropileno em canetas, potes de cosméticos, aparelhos eletrônicos e até em peças de automóveis, como painéis e pára-choques. “Em condições normais, esses plásticos duram muito. Mas em contato com bactérias, como em um lixão, eles se desintegram em 180 dias”, diz Sylvio Ortega, diretor executivo da PHB Industrial.
Em média, os bioplásticos são 30% mais caros que os plásticos convencionais. Apesar do preço alto, estima-se que eles possam representar 10% do total do mercado brasileiro em 2012. De olho nesse potencial, a belgo-argentina Solvay Indupa assinou um contrato com a cooperativa de produtores de álcool e açúcar Copersucar para o fornecimento do etanol que será usado na fabricação de PVC. (...)
É na área de energia que as usinas vêm diversificando suas atividades com mais força e há mais tempo. Desde a década de 80, o bagaço da cana é usado para produzir energia elétrica. Esse aproveitamento do resto da produção tem permitido há algum tempo que as usinas sejam auto-suficientes em energia. Mas desde o apagão, em 2001, as usinas começaram a enxergar nessa produção interna de energia elétrica um novo negócio. Para produzir excedente, muitas delas investiram em caldeiras de alta pressão, mais eficientes na queima do bagaço, que custam mais de 30 milhões de reais. Hoje, também estão sendo desenvolvidas técnicas para aproveitar a palha da cana, que tem quantidade de energia igual à do bagaço. O resultado é a emergência de uma nova indústria, que já responde por 3% da matriz de eletricidade do país e pode chegar a 15%, o equivalente ao consumo de um país como a Holanda, de acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
A multiplicidade de produtos que começam a ser explorados com base na cana tem grandes implicações para a indústria sucroalcooleira do país. A primeira é a aceleração dos avanços tecnológicos no setor. Para desenvolver os novos produtos, são necessários conhecimentos de áreas diversas, como genética, biotecnologia, química e engenharia. Cada detalhe na nova cadeia da cana — das leveduras às turbinas — é desenvolvido por diferentes empresas, criando novas indústrias. As perspectivas de ganhos num setor que cresce de 10% a 15% ao ano formam um ambiente propício à inovação. A Allelyx, empresa de biotecnologia controlada pelo grupo Votorantim, tem pesquisas avançadas para desenvolver variedades transgênicas de cana mais produtivas ou capazes de gerar mais açúcar, por exemplo. Há anos fornecendo equipamentos para usinas, a Dedini se especializou em formas de ganhar mais eficiência na produção de etanol. Nesse processo, a empresa criou um novo equipamento, que capta o vapor gerado na fabricação de açúcar e álcool para produzir água. A Dedini também está investindo em tecnologia para a produção de álcool celulósico, que pode ser feito do bagaço de cana e de outras fontes de celulose. “O processo que fizemos de hidrólise rápida é muito mais ágil do que o que é testado em outros países”, diz Sérgio Leme dos Santos, vice-presidente executivo da Dedini. “Mas ainda precisamos torná-lo mais competitivo.”
Outro impacto no setor são as mudanças na área de gestão. Há alguns anos as usinas vêm se profissionalizando, deixando de ser apenas negócios de família. Com a crescente diversificação, novos profissionais estão sendo contratados para atuar nos diferentes setores, de energia, alcoolquímica e os tradicionais etanol e açúcar, que ficaram mais especializados. Faculdades começaram a oferecer cursos de MBA especialmente para o setor, como é o caso da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e da Faap, em São Paulo. “Com o leque de opções mais aberto, as usinas estão tendo de investir em bom planejamento estratégico para definir como será usada sua produção de açúcar e etanol”, diz Sandra Helena da Cruz, professora do departamento de agroindústria, alimentos e nutrição da Esalq. Em níveis mais baixos, a mecanização das lavouras (que será padrão em São Paulo até 2017) e o uso de equipamentos mais sofisticados exigem maior treinamento dos trabalhadores que ficam nos canaviais e nas usinas.

criado por Prof Rafael Porcari
10:13:30Compartilho com os amigos um texto muito interessante sobre Sexo numa Dimensão Cristã, escrito pela psicóloga Manuela Melo, da Comunidade Católica Canção Nova.
A sexualidade é dom de Deus?
A vivência da sexualidade implica amar o outro com o nosso ser
Quero, hoje, refletir com você sobre a riqueza e a beleza da sexualidade humana. Falando sobre sexualidade humana, Victor Frankl nos diz o seguinte: Dizemos sempre que o ser humano é um composto de corpo, alma (psíquico) e espírito. Em face desta estrutura, o ser humano pode tomar diferentes atitudes como sujeito que ama e experimenta a vivência do amor. As três dimensões da pessoa humana correspondem também a três possíveis formas de atitude.
A primeira e a mais primitiva das atitudes é a sexual, na qual a aparência física de uma pessoa é o que atrai o outro e lhe dá o impulso sexual. Essa atitude tem por meta apenas o corpo, pois não consegue avançar mais do que isto, ou seja, não alcança a pessoa em si, apenas alguma característica física exerce atração sobre o outro.
A segunda atitude é a paixão, da qual se consegue ultrapassar a dimensão do corpo e orientar-se para a dimensão psíquica do outro, ou seja, já não é somente o corpo que atrai, mas atinge a emocionalidade. Essa é uma característica psíquica que exerce atração sobre o outro.
A terceira atitude é do amor. Esta é a forma mais elevada em nossa sexualidade e atinge a dimensão espiritual do ser humano. Nela, alcança-se o outro em plenitude. Quem ama, neste sentido, vai além de uma aparência física ou de simples emoções; enxerga o outro em toda sua riqueza, como um ser “único e irrepetível”, e a meta é o outro em si.
A Igreja, através do Conselho Pontifício para a Família, nos diz que “o amor, que se alimenta e se exprime no encontro do homem e da mulher, é dom de Deus; é, por isso, força positiva, orientada à sua maturação enquanto pessoas... O ser humano, com efeito, é chamado ao amor como espírito encarnado, isto é, alma e corpo na unidade da pessoa. O amor humano abarca também o corpo, que exprime o amor espiritual. A sexualidade, portanto, não é qualquer coisa de puramente biológico, mas refere-se, antes, ao núcleo íntimo da pessoa”.
Com isto, podemos perceber que a atitude sexual, simples e pura, é vazia e pode trazer prazer momentâneo quando os interesses estão puramente centrados no físico. Isso transforma o outro simplesmente em um objeto sexual. Uma vida sexualmente ativa, dentro desses parâmetros, não garante a ninguém sua realização nem mesmo em sua felicidade.
Enquanto permanecemos atados a tais conceitos, não crescemos como pessoas, não alcançamos a realização e a felicidade que Deus tem reservada para nós. Todo ser humano, como imagem e semelhança de Deus, é chamado a viver muito mais do que momentos de prazer.
Enquanto cristãos, precisamos compreender que a sexualidade humana não é algo apenas biológico, como ensina a Igreja e como diz Victor Frankl, porque ela atinge a dimensão espiritual da pessoa, atinge as camadas mais íntimas e profundas de nós mesmos.
Precisamos entender que a nossa sexualidade é dom de Deus. Através dela, podemos nos doar plenamente a outro ser e fazermos a experiência do amor encarnado em nossa vida.
Sexualidade não quer dizer apenas vida sexual ativa. A vivência de nossa sexualidade implica em amar o outro com o nosso ser mulher ou com o nosso ser homem, implica doação eum amor concreto, manifestado nas pequenas coisas de nosso cotidiano. De minha parte, como missionária e consagrada a Deus, sou testemunha de como é plena a vida dos que são chamados ao matrimônio na Canção Nova. Como celibatária, posso dizer que me sinto plena, sinto-me mulher e amada.
A escolha da dimensão em que vamos viver a nossa sexualidade cabe a cada um de nós. Espero que você faça a escolha de vivê-la em plenitude, como Deus quer que a vivamos.
Manuela Melo
psicologia@cancaonova.com
Missionária da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia, com especialização em Logoterapia e MBA em Gestão de Recursos Humanos.

criado por Prof Rafael Porcari
10:04:05Há certos momentos em que se vê claramente a Providência de Deus. Há pouco tempo, em post anteriores, comentei sobre meu péssimo desempenho em um treino monitorado pela FPF que realizei durante a semana (http://rafaelporcari.blog.terra.com.br/auto_decepcao), e do meu inconformismo em um dia ruim (treino é treino, jogo é jogo - ao menos foi uma desculpa).
Na minha última partida, neste sábado passado, tive a oportunidade de me redimir. Em São Bernardo X União de Mogi, ocorreram lances de dificuldade, e como Deus é Pai, 4 lances de impedimento com certa polêmica, mas que instantaneamente, olho-no-olho, "namorando o bandeira" (é uma expressão da arbitragem), anulamos os 4 gols. E apesar da dificuldade citada, sem reclamações. Acertamos os lances! Confesso que nunca assisti a uma partida com tantos gols anulados, e tive a oportunidade de cumprir a regra e anular 4!
A motivação, que sempre existiu, está ainda mais em alta!

criado por Prof Rafael Porcari
09:42:09Nesse momento em que as informações sobre os males causados pelas drogas se fazem cada vez mais constantes, há ainda aqueles que não aceitam ou duvidam dos malefícios causados por narcóticos.
Pois bem, um dos exemplos mais chocantes tem sido o do ex-jogador de futebol, o argentino Diego Armando Maradona. Na Argentina, considerado o melhor do mundo, e, vejam, só, idolatrado literalmente. Fanáticos abriram até mesmo uma igreja para adorá-lo como divindade!
Abaixo, encaminho aos amigos um vídeo da Campanha "Jovem Pan pela Vida contra as Drogas", mostrando a trajetória de sucesso do jogador e sua queda após o uso de cocaína.
Mesmo para aqueles que não gostam de futebol, tenho certeza que gostarão desse material. É leve, didático, apresentado pela jornalista Izilda Alves (que inclusive tivemos oportunidade de conhecê-la pessoalmente na UniSant'Anna, na mesma campanha) e comentado pelo também jornalista Flávio Prado.
Abaixo:
http://jovempan.uol.com.br/jp/media/online/index.php?view=18023&categoria=45&page=0
Abraços,
Porcari
Se possível, divulguem esse material para outros colegas, a fim de ajudarmos na duvulgação e prevenção dos males causados pelas drogas!

criado por Prof Rafael Porcari
08:57:33