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Tive oportunidade de assistir Brasil X Alemanha, no futebol feminino, e Brasil X Bélgica, pelo masculino. E decididamente, o futebol não tem nada a ver com Olimpíadas. É, de fato, um esporte a parte.
No feminino, a atleta Daniela Alves deu cotovelada, tapa, carrinho, e simulou muita falta... Isto é ter Espírito Olímpico?
No masculino, o lateral Rafinha caiu, pulou, simulou, cavou expulsão e tudo mais... Ajudado pelo também "cai-cai" Diego, que é ótimo jogador mas, também, não é partidário da lisura dentro de campo. Ao menos, no espírito olímpico.
Para não dizer que houve corporativismo no comentário, verdadeiramente não tiveram espírito olímpico (ou competência para tal torneio) a "juizona" americana de ontem e o "juizão" árabe de hoje. Já imaginaram eles apitando série B nossa? Haja camburão!
Por fim, vai valer a máxima "Futebol, futebol. Espírito Olímpico à parte". De fato, nesse esporte ninguém gosta de perder, e o importante não é só competir.

criado por Prof Rafael Porcari
08:47:18Em atividade realizada na útlima terça-feira, tivemos oportunidade de fazer uma reflexão da caminhada acadêmica dos formandos e as principais mudanças na vida de cada um. Ótimas respostas. Algumas visivelmente emocionadas, outras esbanjando confiança, e muitas mostrando que conseguiram elevar a auto-estima. Mudanças positivas em relação à vida pessoal e profissional, entre outras, foram muito citadas. Principalmente a questão de se tornar cidadãos melhores!
Mas algumas respostas chamaram a atenção: boa parte dos alunos credita o seu sucesso ao apoio familiar. Muitos citaram a ajuda da família durante os estudos, e a necessidade de se dividir os louros da conquista com eles. E mais: ressaltaram o fato de serem as primeiras pessoas da família a conseguir fazer um curso superior. A todos, mas em especial a estes, parabéns! Alguns relataram do orgulho familiar com a eminete vitória! Seja dos pais, da esposa, do marido, dos filhos. "Eles são alavancadores do meu sucesso", segundo um aluno. Outro ressaltou que era "o primeiro da família e exemplo para a nova geração". Muito bacana!
Sucesso a todos nesse semestre!

criado por Prof Rafael Porcari
08:38:22Não vi ninguém repercutir a explicação didática do técnico do Ipatinga, Ricardo Drubsky, depois do término da rodada de ontem.
Na partida Grêmio X Ipatinga, o árbitro Wilson Souza de Mendonça indicou 3 minutos de acréscimos no segundo tempo. Aos 48 minutos da etapa derradeira, falta para o Ipatinga. Um jogador arruma a bola, conversa com ela, outro encosta... troca o batedor, para, pensa, arruma a meia... e ninguém cobra o tiro livre... até que o árbitro, quase aos 49 minutos, encerra a partida. De imediato, o treinador reclama e em tom professoral diz: "Esse cara tá louco! Tá de brincadeira! Ele tem OBRIGAÇÃO de deixar bater a falta. Não existe acabar o jogo num lance de falta! Esse juiz não sabe nada."
(Segundo locução da Rádio Gaúcha 600 AM).
Talvez a FIFA tenha esquecido de publicar essa emenda à regra, ou meu livro veio faltando páginas. Cada um que aparece no futebol...

criado por Prof Rafael Porcari
08:27:20