Blog do Professor Rafael Porcari

observações e manifestações do Prof Rafael Porcari sobre os diversos temas atuais. Debata e Comente os assuntos, vamos desenvolver nosso espírito crítico!

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Terra Blog

Arquivo de: Junho 2008, 28

28.06.08

Ter Sucesso Antes dos 30 Anos

Veja que legal esse estudante de administração e a sua carreira promissora. Como conseguir sucesso estudando e trabalhando.

Extraído da Revista FEA da USP (link abaixo)

 

O topo, e além, antes dos 30


“Foi meio por acaso, e acabei me encontrando”. Rafael Noda Falcão descreve assim sua trajetória até o curso de Administração na FEA-USP. Quem o ouve falando em “acaso” não imagina o talento de Rafael, e a naturalidade – e entusiasmo – com que ele fala sobre suas atuais atividades. Formado em 2005, Rafael ocupa agora, com 29 anos, a vice-presidência de M&A (Fusões e Aquisições) do Banco Santander, em São Paulo.

Não foi de primeira
Como ele mesmo conta, administração não foi sua primeira escolha. “Primeiro eu prestei medicina, e entrei na Santa Casa, mas não tinha dinheiro para pagar o curso, e acabei não fazendo”, explica. Quando estava fazendo cursinho pré-vestibular, foi mudando de idéia, e acabou ficando entre engenharia e administração.

“Nessa fase, eu já tinha na cabeça a idéia de trabalhar com mercado financeiro. Tem essa história do charme da profissão, a bolsa de valores, não sei exatamente por quê. Hoje eu entrevisto muita gente que diz que quer trabalhar no mercado financeiro. Eu pergunto por que, e ninguém tem uma resposta muito convincente. Tem um certo glamour, é uma coisa meio mágica, e acho que isso aconteceu comigo também.”, relembra Rafael.

Filho de um engenheiro, formado pelo ITA, e de uma doutora em física nuclear, Rafael foi incentivado por eles a prestar engenharia, por ser um curso que seus pais consideravam mais forte. Essa opinião pesou para ele no final.

Decidido a fazer engenharia, Rafael foi para a Poli, onde cursou dois anos de engenharia. “Eu achava aquilo uma desgraça total. Tinha aula de coisas que eram totalmente teóricas, e não tinha o mínimo interesse. Por outro lado, via amigos meus que tinham ido cursar administração, e todos eles trabalhavam, e acho que eles aprendiam muito com isso, tendo até a oportunidade de ganhar bem. Isso aconteceu numa época em que eu tinha dificuldade financeira, e, para mim, poder fazer estágio e ganhar quinhentos reais por mês significava ficar rico”.

Na hora certa
Foi nessa época que Rafael começou a ponderar sua carreira, considerando uma possível mudança para o curso de administração. Um dos incentivos, além de seu gosto pelo mercado financeiro, seria a oportunidade de estudar em meio período, e trabalhar.

Ainda na Poli, no segundo ano, Rafael começou a estagiar em uma empresa de Tecnologia da Informação. “Eu estava gostando muito do estágio, fui efetivado, e comecei a trabalhar na área de TI, mas já numa companhia de asset management”, conta o ex-feano. Rafael saiu do curso na Poli, e logo ingressou na FEA, no período noturno. Assim, era possível para ele conciliar a faculdade e os estudos, além alimentar seu interesse pela área financeira.

Sobre o período de estágio, primeiro estudando na Poli, e depois na FEA, Rafael considerou fundamental para seu desenvolvimento. “E isso é até algo que eu recomendo para todo mundo, começar a estagiar bem cedo. Por dois motivos: o primeiro é que você tem tempo de escolher o que quer fazer, ou seja, tem tempo para errar, tentar uma área e não gostar, partir para outra, e, quando você se formar, já estará direcionado para uma área que tem certeza que quer”, afirma Rafael.

Rafael ainda diz que discorda da idéia de que trabalhar e estudar ao mesmo tempo atrapalha os estudos. “Acho o contrário. Trabalhar e estudar junto foram os fatores que me fizeram aproveitar mais a faculdade, porque tive contato na prática com o que estava aprendendo, e consegui consolidar o que aprendia na faculdade no ambiente de trabalho. É uma sinergia grande, e auxilia muito nos dois ambientes”, explica.

Continua em: http://www.usp.br/feamais2/carreira.php?i=&carreira.php?i=10&carreira.php?i=&neta=23


Árbitro ou Mestre de Bateria de Escola de Samba?

Amigos, compartilho texto do amigo árbitro e colunista Valter Ferreira Mariano. (Que foi muito bem no artigo!)

 

ÁRBITRO OU MESTRE DE BATERIA DE ESCOLA DE SAMBA?
Por Valter Ferreira Mariano

27/06/2008 - O árbitro de futebol tem que saber usar suas ferramentas de trabalho, dentre elas o apito, pois o uso incorreto pode torná-lo um mestre de bateria de escola de samba.

O uso do apito expressa a legitima autoridade do árbitro dentro do solo sagrado, (campo de jogo – regra 01) será através dele que a partida será iniciada, reiniciada, paralisada e finalizada.

O apito será necessário para autorizar o inicio da partida, no reinicio com o segundo tempo e após ter sido marcado um gol, nestes casos o som do apito será forte com uma duração mediana.

Em situações que uma infração é considerada branda e corriqueira, que a possibilidade de obter um tento direto e quase nulo, o silvo será curto e seco, porém se esta infração ocorrer nas proximidades da área penal (grande área), o silvo será forte e um pouco mais logo, indicando que através dela a possibilidade de obter um gol direto é favorável ao seu executor.

As infrações que leva um grande risco a integridade física dos jogadores, ou jogada violenta, que o uso de um dos dois cartões será fará necessário, o som do silvo será forte e longo, no qual o árbitro mostrará que não gostou nem um pouco da infração, será como sua “cara feia” para o lance.

Na sinalização de uma penalidade máxima (regra 14), o árbitro deve mostrar através do silvo do seu apito toda sua convicção que a mesma ocorreu, neste caso o silvo será forte, bem alto, um pouco longo, assim todos saberão que uma penalidade foi marca.

Ao reiniciar o jogo após ter sido paralisado para aplicação de um cartão amarelo ou vermelho, para atendimento de atleta lesionado, nas substituições o silvo será curto, porém com uma boa altura para que todos saibam que o jogo será reiniciado.

O apito deve ser usado de forma repicada para chamar atenção que algo está errado ou fora de posição, como a posição da bola no quarto de circulo na execução de um tiro de cato (regra 17), a distancia de 9,15 da barreira em relação à bola, do tiro de meta (regra 16) ou do posicionamento do atleta na cobrança de um arremesso lateral. Este silvo repicado informa que o posicionamento deverá ser corrigido para que se possa reiniciar a partida.

Não se fará necessário o uso do apito para autorizar a execução de um tiro de canto, meta, arremesso lateral ou quando um gol é marcado (regra 10), porém se há demora na execução ou um gol marcado deixando dúvida se bola entrou ou não, nestas situações a intervenção do silvo do apito será necessário para chamar atenção dos jogadores para observar a indicação clara do fato.

O apito é um instrumento do árbitro, e como tal deve ser usado com destreza, o uso de forma desnecessária e freqüente terá menos impacto quando for necessário. Para iniciar o jogo, o árbitro deverá anunciar claramente aos jogadores que o jogo só pode reiniciar após este sinal.

Um show de abraços: Aos amigos Marcelo Luis da Silva, Daniel Lopes Neto, Edmar Freitas dos Santos, Carlos Roberto Pires, Antônio Rogério Batista do Prado, Davi Balsas, Fábio Bonatto Domingues, todos de Campinas/SP, Guilherme Cereta de Lima – Votorantim/SP (Parabéns pela atuação no jogo Grêmio x Atlético/PR), Edinaldo Candido Trajano – Cruzeiro/SP, Marcio Jacob – São Caetano do Sul/SP, Aguinaldo Vieira (almoxarife) – S. Paulo/SP, Douglas Pereira Lopes – S. Paulo/SP, todos da Federação Paulista de Futebol, Sérgio Corrêa da Silva – CBF, Ismael Lopes da Silva, o Léo da V.Pe. Anchieta – Campinas/SP, Jessé e Patrícia – Porto União/SC, Elizangela Almeida – Cuiabá/MT, Dr. Wallace Nogueira Rocha, Presidente da Liga Campineira de Futebol, Douglas Pimenta – técnico de futebol e a todos que tornam este site um show de sucesso na web. Para finalizar um show abraços muito especial a minha querida e amada esposa Rita de Cássias. Até a próxima...

Orkut Danado...

Por que o Orkut muda tanto e nunca avisa previamente? Ás vezes, tenho medo que essas mudanças tecnológicas acabem me tornando um analfabeto digital. O mundo é dinâmico, e temos que nos atualizar constantemente. Na marra!

 

Que Belo Sábado!

Que belo sábado! Treinei bastante, trabalhei bastante, resolvi bastantes problemas, rezei bastante, escrevi bastante, enfim, vivi bastante. E ainda à noite dá tempo para amar bastante minha esposa querida Andréia, e descansar bastante.

Enfim, a vida nunca basta, nunca cansa, nunca termina. Cristo nos deu nova vida, e vida em intensidade. Vivamos!

A Nova Vida de Bill Gates

O que será de Bill Gates depois da sua saída da Microsoft?

(Texto de Camile Fusco - ops: ela não é parente do nosso amigo Fusco da faculdade - extraído de Exame On-LIne). Em: http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/m0162977.html

 

Bill Gates sai de cena, após mais de 30 anos

Fundador da gigante do software se aposenta nesta sexta-feira e deixa um legado de inovação na indústria de tecnologia. Microsoft, porém, não vive sua fase mais vibrante

Foram mais de 30 anos à frente da maior empresa de software do mundo. Criador de um império de cerca de 50 bilhões de dólares, 78 000 funcionários em 105 países, Bill Gates deixa o dia-a-dia da Microsoft nesta sexta-feira (27/06), seguindo os planos de aposentadoria que anunciou em junho de 2006.

Gates, como se sabe, vai se dedicar à Fundação Bill & Melinda Gates, criada há oito anos para atuar em projetos filantrópicos nas áreas de saúde e educação. O executivo, porém, permanece como presidente do conselho da empresa e continua envolvido em projetos definidos pelo CEO, Steve Ballmer, e pelo time gerencial da Microsoft.

“A saída de Bill Gates será mais simbólica do que efetiva para a empresa, ao passo que há dois anos ele já preparava uma transição bem sedimentada de comando para Ballmer. Mas sob o aspecto da presença dele no mercado de tecnologia esta é uma mudança e tanto. Microsoft é sinônimo de Bill Gates e vice-versa. Ele foi, sem dúvida, um dos homens mais influentes da segunda metade do século 20”, diz Laura Didio, analista-sênior e líder de pesquisas do Yankee Group.

William H. Gates II nasceu em 1955 em Seattle, estado de Washington. Filho de pai advogado e de uma professora universitária, descobriu a vocação para a programação de computadores aos 13 anos. Diz a história que ele desenvolveu seu perfil inovador a partir dessa idade e muitas vezes quando sua mãe o chamava para jantar junto com as duas irmãs ele respondia que “estava pensando”. Passava pela cabeça do jovem Bill formas de resolver jogos de estratégia, o que ajudou a desenvolver sua forma astuta de criar e negociar.

A disposição em aceitar os riscos – como aqueles dos jogos de estratégia da adolescência – continuou característica de Gates e tomou sua forma mais profunda quando ele decidiu abandonar o curso na Universidade Harvard para apostar em um projeto incerto e pouco palpável para a época: criar uma empresa de software. Foi na universidade, em 1973, que conheceu Steve Ballmer, o atual CEO da Microsoft, e desenvolveu uma versão da linguagem de programação BASIC para o primeiro microcomputador, o Altair 8800. Gates acreditou que ali existia uma oportunidade de negócio e dois anos depois, deixou Harvard para dedicar suas energias à novata Microsoft junto com Ballmer e com o amigo de infância Paul Allen.

Embora para muitos a decisão de deixar parecia absurda, a iniciativa de Gates se mostrou acertada três anos depois, quando a Microsoft faturou seu primeiro milhão de dólares. “Ele foi um dos primeiros a reconhecer que a programação de códigos poderia virar um negócio independente no futuro. Naquela época em que a Microsoft nasceu (1975), o software ainda era algo atrelado às máquinas em que rodavam. Gates acreditava que era possível criar um software para diferentes computadores em um momento em que a maioria pensava no contrário. É inegável que ele foi um dos principais impulsionadores da indústria de software”, afirma Paul Degroot, analista da consultoria norte-americana Directions on Microsoft, especializada na empresa.

A habilidade de Gates negociar com parceiros também foi fundamental para a história de crescimento da Microsoft, a começar pelo contrato fechado com a IBM, em 1981, que resultou na inclusão do sistema operacional MS-DOS 1.0 nos PCs da empresa. Ao longo do tempo, parcerias com praticamente todos os fabricantes de computador do mundo todo para embutir o sistema operacional Windows em suas máquinas deram à Microsoft liderança absoluta, que hoje detém 90% desse mercado.

Um homem, uma cultura

Bill Gates nunca foi um show man. Embora seu nome por si só já movesse legiões de aficionados por tecnologia para suas palestras – especialmente por sua genialidade e pelas contribuições inovadoras da empresa que criou –, nunca foi o mais carismático entre os presidentes de empresas de TI. Sempre manteve o perfil “geek” de sempre, ou seja, do garoto de poucas palavras fanático por descobrir o que há de novo em tecnologia.

Mas essa falta de espírito pop-star, característica de outros nomes da indústria como Steve Jobs, da Apple, ou Larry Ellison, da Oracle, em nada atrapalhou a construção do espírito Microsoft entre seus funcionários. A disseminação do espírito de busca pela inovação, que é o que Gates atribui à Microsoft, veio não apenas por marketing interno, mas pelo exemplo de que é possível chegar a essa inovação com a mão na massa (...).

(...) Aspectos de sucessão também recaem sobre a empresa. Neste momento em que a Microsoft se questiona por quais caminhos deve seguir para sustentar suas receitas, questiona-se também se Steve Ballmer é o melhor para liderar a companhia e dar o fôlego inovador que a empresa necessita. A amizade de Ballmer e Gates tem mais de 30 anos, praticamente a duração da Microsoft e todas as decisões estratégicas sobre o rumo da empresa deverá continuar sobre o crivo de Gates, que continua como presidente do conselho. A impressão que se tem é que muito pouco vai mudar se Ballmer continuar como CEO.

São poucas as respostas que existem para tamanhas dúvidas sobre o futuro da Microsoft. A empresa continuará dominando o mercado de sistemas operacionais daqui a dez anos? Conseguirá melhorar o posicionamento no mercado de internet? Não há exatidão em qualquer uma dessas questões. O que se sabe é que não são poucos os desafios e que, mais do que nunca, as circunstâncias o mercado, a importância da internet e as necessidades dos usuários começam a incomodar o gigante, que muito tempo caminhou sossegado.