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Tem gente criativa mesmo. Olha só o que o pessoal do Bola nas Costas publicou da Seleção :
Extraído de: http://colunas.globoesporte.com/bolanascostas/





criado por Prof Rafael Porcari
19:13:24Amigos, esta matéria foi tirada do blog da Ana Maria Herzog, Colunista conceituada da Revista Exame. O texto fala sobre sustentabilidade, mas de uma maneira diferente e cômica.
Abaixo (extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/sustentabilidade/listar1.shtml)
Salvem as samambaias!
É fato que não dou muitas risadas escrevendo sobre sustentabilidade. Afinal, rir do quê? Do aumento das emissões de carbono e da concentração de renda? Não dá. Mas na semana passada, recebi um e-mail de uma fonte da ONG Amigos da Terra com um link e o seguinte comentário: "Ana, é inacreditável o nível a que chegamos..." . Conhecendo a seriedade da figura, pensei: vou ler isso depois com mais calma. Deveria ter visto na hora e aliviado a tensão. Façam o mesmo, AGORA, e conheçam a estratégia de sustentabilidade de uma certa empresa - baseada no uso de papel "ambientalmente correto" - e endossada pela Mulher Samambaia (e ganhe um bônus da bonitona entrando num dos links no quadrinho verde):
CLIQUE EM:
http://www.trattosolo.com.br/index.asp?ir=politica.asp

criado por Prof Rafael Porcari
11:42:12Casamento é um momento em que várias virtudes a dois devem ser exacerbadas: fidelidade, paciência, perdão, conciliação, renúncia, entre tantas outras. Mas a ressalva acima é verdadeira: tem que ser a dois, para a verdadeira estruturação do lar.
Compartilho bela reflexão sobre as alegrias e dificuldades da vida conjugal:
Juntar vidas é juntar limitações
Não existe relacionamento maduro sem renúncia
Quando nos aproximamos de alguém e iniciamos qualquer tipo de relacionamento (amizade, coleguismo, namoro, matrimônio, ideais religiosos, etc...), nos aproximamos também de suas fraquezas e frustrações. Quanto mais próxima for nossa convivência, maior será essa constatação, pois teremos um contato muito maior com as limitações da pessoa. Somente pela experiência do amor verdadeiramente autêntico é possível ao ser humano começar a curar suas enfermidades e construir uma história de vida equilibrada. Só o amor verdadeiro pode curar as feridas que trazemos embutidas em nossa vida.
Ao unir duas pessoas, em qualquer relacionamento, o amor une também seus sofrimentos. Juntar vida é juntar limitações. O sofrimento e o amor são as experiências mais íntimas e pessoais que existem. Se o amor revela o lado bonito da vida, o sofrimento está sempre presente para lembrar um lado menos bonito, mais sério e triste. E aqui não se trata de fazermos uma escolha entre amor e sofrimento. Na verdade, essas duas realidades são a manifestação de uma única existência.
Excluir o amor ou o sofrimento da vida é aniquilar-se. Somos modelados pelo amor e pelo sofrimento. Infelizmente, como estamos vivendo num mundo cada vez mais superficial, em que as pessoas buscam as coisas fáceis, instantâneas e descartáveis, queremos fugir de relacionamentos que exigem sacrifícios, renúncia, garra, perdão, recomeço...
Buscamos coisas mágicas. Queremos emoções momentâneas, súbitas, fugazes. Só é bom aquilo que é imediato e não exige esforços. Acontece que tudo que tem essas características são realidades que se dissolvem rapidamente. Do mesmo jeito que chegam, partem. Temos medo daquilo que exige intensificação de forças físicas, intelectuais ou morais para a sua realização. Fugimos daquilo que exige dificuldade e empenho, trabalho e empreendimento. Falta-nos coragem, destemor e valentia. Com isso, quando deparamos com os sofrimentos que existem no amor, queremos idealizar um amor sem sofrimento, uma vida inconseqüente.
Numa vida superficial, na qual falta coragem para lutar, a pessoa perde a garra para levar adiante os relacionamentos que exigem sacrifício. Por isso, muitos se conformam e acabam por abandonar o barco. Uma coisa é certa: sem esforço, garra e renúncia não existe cura para o ressentimento; do mesmo jeito que sem perdão não existe a possibilidade de amar. Não existe relacionamento maduro e equilibrado sem renúncia, perdão e sacrifício.
Relacionamento é algo que não acontece de uma hora para outra. O verdadeiro relacionamento deve ser cultivado todos os dias e a cada dia. Sem esse cultivo, o menor sentimento negativo vira ressentimento e mata o amor.
Artigo extraído do livro "A cura dos ressentimentos"
Em:
http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=10181

criado por Prof Rafael Porcari
08:41:55