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Tem gente que possui uma habilidade incrível de escrever. O Torero, da Folha de São Paulo, é um desses caras que admiro por essa facilidade. Abaixo, leia o texto brilhante, nacionalista e simpático sobre a escolha do mascote da Copa Brasileira. Depois diga: o homem não escreve fácil mesmo? E, mesmo dentro deste texto "brincalhão", responda se quiser: qual sua sugestão para mascote da nossa Copa?
Extraído de: www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk1006200819.htm&COD_PRODUTO=7
Faltam só seis anos para a Copa no Brasil. É preciso melhorar a infra-estrutura de transportes, ampliar a rede hoteleira, reformar estádios e o escambau... Mas o mais importante, o fundamental, a condição sine qua non para que a Copa seja um sucesso é uma só: escolher um bom mascote.
Geralmente os mascotes de eventos esportivos são uns tipos bobos, no estilo fofinho-sem graça. Creio que o único que é lembrado até hoje é o Misha, dos Jogos Olímpicos de Moscou, que derramou uma lágrima na cerimônia de encerramento e gerou um "ohhhh...." mundial.
Mas é uma exceção. Alguém lembra do Footix, da França, do Gauchito, da Argentina, ou dos três Spheriks, da Copa de 2002? Eu não lembrava. E só escrevi seus nomes graças a São Google.
Mas em 2014 temos a chance de fazer algo diferente, algo que simbolize o Brasil e fique marcado na memória dos torcedores de todo o mundo, algo que venha da cultura popular e traduza o que é este país.
Pois bem, pernicurto leitor e pernuda leitora, antes que marqueteiros venham com Pelezicos, Bolitos e Brazukas, proponho: o Saci!
Ele é a síntese da formação do povo brasileiro. Nasceu com os índios das missões jesuíticas (com duas pernas), foi adotado pelos negros e perdeu uma delas (há várias versões para isso, mas a que mais gosto é a que diz que ele estava preso por grilhões e preferiu ser um perneta livre a um escravo com duas pernas) e, por fim, ganhou um gorro vermelho dos imigrantes europeus (objeto típico de vários mitos brancos, como o Papai Noel, mas também era usado pelos republicanos, durante a Revolução Francesa e, na Roma Antiga, pelos escravos que se libertavam).
Só não há orientais em sua gênese, pois eles chegaram ao Brasil já no século 20. Porém, há relatos que um tal de Sacimi ou Sashimi ronda o bairro da Liberdade.
Além de representar a mescla brasileira, também reflete um tanto de nossa alma: é pelado e brincalhão.
Seria sensacional que um mascote de uma Copa fosse negro e com uma perna só. Outra vantagem é que o Saci já tem tradição na luta contra inimigos estrangeiros. Seu dia é o 31 de outubro, mesma data do Halloween, mania estranhíssima que está entrando em nossas escolas.
Os gremistas são os únicos que podem torcer o nariz, já que o Saci é associado ao Internacional (e também, façamos justiça, ao Social Futebol Clube, em Coronel Fabriciano-MG), mas, como o mito nasceu no Sul, pode ser que os tricolores perdoem esta falha.
O Saci ficou esquecido por um bom tempo, mas no começo do século passado foi revitalizado por Monteiro Lobato, nosso maior escritor para crianças, e hoje tem até uma ONC dedicada a ele (não é ONG, é ONC mesmo, de Organização Não-Capitalista), a Sociedade de Observadores de Saci, a Sosaci.
A idéia é brilhante e, assim, obviamente não é minha. Ela me foi passada pelo jornalista Mouzar Benedito (com quem revezo a última página da revista do Brasil), mas desde o primeiro momento abracei-a como se fosse minha (azar do Mouzar).
Unamo-nos nesta nobre cruzada. Abaixo os mascotes fofinhos!
Viva o Saci!
O Saci dá pé!
Fonte: José Roberto Torero
Folha de São Paulo

criado por Prof Rafael Porcari
08:46:46A reprodução de um post anterior sobre o dia dos namorados:
Dia 14 de fevereiro é o dia de São Valentino, o verdadeiro Dia dos Namorados mundo afora. Conhecido como Valentino’s Day, a data representa tudo o que o nosso 12 de junho pretende representar. Entretanto, nosso Dia dos Namorados foi criado para ser uma data comercial, contrariando o 14 de fevereiro. Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época, que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.
A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.
Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japônes!!!!!

criado por Prof Rafael Porcari
08:23:27Que dia lindo, inspirador! Madrugada fresca, céu rosado com o sol nascendo, e perspectiva de calor. Mesmo com tantos problemas diários, tal alvorecer é merecedor de agradecimentos a Deus. Aliás, todo dia deve ser dia de agradecer.
Obrigado Senhor, por mais um dia de vida, pela família, pelo trabalho e pelas dificuldades. És meu apoio, meu amparo e minha força!
Bom e gratificante dia a todos!

criado por Prof Rafael Porcari
08:08:25